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Exportações - O fato da Brasilplast atrair muitos visitantes do exterior é uma das qualidades da feira ressaltadas pelos fabricantes nacionais de sopradoras. Afinal, o principal motivo da recuperação do setor no ano passado foi a conquista do mercado externo. Nunca as empresas do ramo venderam tanto para outros países. Os equipamentos nacionais chegaram aos quatro cantos do Planeta. Os negócios fechados no exterior ficaram na casa dos 31% da receita da Pavan Zanetti, que historicamente exporta algo em torno dos 20% a 25% de sua produção. “No ano passado encontramos condições excepcionais para as exportações”, conta Zanetti. A JAC, que começou a difundir sua marca no exterior apenas em 2003, no ano passado vendeu três máquinas na América do Sul. “Foi um bom resultado para uma empresa que nunca havia feito nenhum esforço de venda para o exterior”, orgulha-se Cava.
A alta do real também não preocupa muito a JAC, que
neste ano espera dobrar o número de unidades de máquinas vendidas para o
mercado da América do Sul. “Se o dólar não cair da casa dos R$ 2,60
permaneceremos em um patamar competitivo”, analisa Cava. A empresa, por
enquanto, não pensa em conquistar clientes fora da América Latina.
“Estamos começando a exportar, primeiro precisamos consolidar nossa
posição entre os vizinhos”, explica o gerente comercial.
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