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A principal crítica recai sobre a necessidade de
apresentação das certidões negativas de débito (CNDs). “A crise econômica
levou muitas empresas à inadimplência. Sem investimentos, esses
transformadores tornam-se cada vez mais obsoletos. É um círculo
vicioso.” A solução defendida, inclusive pela Associação Brasileira
da Indústria do Plástico (Abiplast), é a suspensão dos pedidos de
CNDs, mesmo que temporária, ou a anistia para os inadimplentes. Ano novo – As expectativas em relação à Brasilplast são otimistas. “O ano começa agora”, diz o chefe do setor de engenharia de marketing de injetoras da Romi, de Santa Bárbara d´Oeste-SP, Antonio Dottori. Segundo ele, muitos clientes deixam para fechar negócios no evento, em função do maior números de opções tecnológicas apresentadas.
Na avaliação de Dottori, mais uma vez a exposição
deverá destacar as máquinas elétricas. “Existe uma tendência mundial
para esse tipo de tecnologia mais econômica, rápida, silenciosa, precisa
e com custo de instalação menor, visto não necessitar de estrutura de
refrigeração de óleo, entre outras coisas.” A Romi divulga na feira sua família de máquinas composta pela linha Primax R Controlmaster 8, para aplicações gerais, de 65 a 1.100 toneladas de força de fechamento; a Primax R Controlmaster 9, para peças técnicas, de 150 a 1.100 t; a Velox H, para ciclos rápidos, de 150 a 1.100 t; a Primax DP, para peças de grande porte, de 1.300 a 2.200 t; e a 100% elétrica, modelo Eletramax, de 100 a 220 t.
Já a Sandretto, com fábrica em Arujá-SP, lança na
feira a injetora híbrida série Nove HP, de 80 a 480 t de força de
fechamento. Serão expostos dois modelos. O primeiro, com 220 t, vai
operar com sistema de injeção a gás da CGI Cinpres. O outro, com 270 t,
será configurado para injeção de ciclo rápido.
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