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Embalagens
flexíveis – O mercado mundial de embalagens flexíveis
movimentou a cifra de US$ 48
bilhões em 2002, segundo apurou Laverde. Desse total, 36% correspondem à
fatia de participação da América do Norte; 24%, da Europa Ocidental;
14%, da Ásia; 11%, do Japão; 8%, das Américas Central e do Sul; 4%, da
Europa Oriental; e 3% na África. Em 2003, 50% de todo o PE produzido
no mundo foram destinados à produção de filmes, 13% às moldagens por
sopro, 13% às moldagens por injeção, 6% às moldagens por extrusão de
tubos, 3% para extrusão de revestimentos, 2% para fios e cabos, 1% para
rotomoldagem, 1% para fibras, 1% para ráfias e 10% envolvendo demais
usos. Na visão de Laverde, produtores de
resinas devem ficar atentos à expansão na oferta de PE que vem ocorrendo
no Oriente Médio, inclusive com a formação de reservas excedentes. De
acordo com plano visando aumentar a capacidade de produção de PE a ser
cumprido até 2010, as expansões serão da ordem de 36% na Arábia
Saudita, 32% no Irã, 14% nos Emirados Árabes Unidos, 13% no Quatar, 4%
no Kuwait e 1% na Turquia. “Daqui
a dois ou três anos, a capacidade total instalada nos países do Oriente
Médio corresponderá a 30% da capacidade mundial”, alertou o
palestrante. Polietilenos
avançam – A Polietilenos União, empresa do grupo Unipar –
União de Indústrias Petroquímicas S.A. – planeja os detalhes finais
do projeto de expansão que irá posicioná-la como a 5ª maior
produtora de polietilenos do cone Sul. Em janeiro de 2005, após definir
quem será a licenciadora da tecnologia com a qual irá produzir novos
polietilenos, deverá dar início às obras de engenharia e montagem da
nova fábrica, com partida prevista para julho de 2007. Das 130 mil toneladas/ano atuais de
PEBD e EVA, a empresa passará a produzir 330 mil toneladas/ano de PEBD,
EVA, PEBDL e PEAD, quase triplicando a produção nos próximos 30 meses,
prazo previsto para a entrega da obra. Avaliada em US$ 150 milhões, a
expansão da fábrica de Santo André, na Grande São Paulo, destacou-se
na apresentação de Raul C.Almeida. Segundo ele, o projeto brasileiro
levou em conta o baixo consumo per capita de polietilenos em toda a
região do cone Sul, calculado em torno de 12 quilos por habitante, e as
projeções de crescimento na demanda, sinalizando possibilidades de
crescimento em torno de 7% ao ano em média no próximo quinqüênio de
2005 até 2010. “No mercado brasileiro, os polietilenos deverão crescer
duas vezes e meia mais do que o PIB
– Produto Interno Bruto”, considerou. |
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