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Instalada em Diadema numa área útil de 1.300 m², a DM emprega 14 funcionários e já recebeu encomendas de cerca de 50 robôs. Todos nacionalizados, os equipamentos para injetoras até 1.500 t de força de fechamento são produzidos com tecnologia italiana. Até então, o mercado brasileiro desses robôs era dominado pelas importações da própria Dal Maschio, além da Star Seiki, do Japão, e da Wittmann, da Áustria. “Cerca de 40% das novas embalagens são feitas com in mold label”, calcula, entusiasmado, o diretor da Star Seiki Brasil Ltda., Leonardo Kang, que entrou com essa tecnologia no país em 2001. Até agora, a empresa baseada em São Paulo, já comercializou 20 robôs, todos via importação. Na opinião de Kang, o ano de 2004, com a venda de cinco robôs, foi melhor que o anterior, e 2005 promete ser melhor ainda. Apesar de otimista, o executivo admite que a nova tecnologia ainda está restrita a alguns clientes. Instalada no Brasil desde maio de 2000, em uma área de 700 m², em Campinas, a Wittmann do Brasil Ltda. contabiliza a negociação de oito robôs, metade deles para começar a operar no início de 2005. O diretor geral Reinaldo Carmo Milito comenta que a evolução do negócio depende do crescimento da economia. “Há clientes que desejam aderir ao in mold label, mas vacilam diante das instabilidades do mercado nacional”. Segundo ele, o ano passado foi bom, marcando recorde de vendas da empresa no País. A expectativa para 2005 é de melhor desempenho. Como representante de um fabricante estrangeiro, Milito avalia que a concorrência nacional é positiva e ajuda a vender o conceito de algo novo. “Vai prevalecer quem oferecer o melhor serviço, preço e qualidade”, observa. Pacote completo – A Igel S.A. Embalagens, de Cachoeirinha (RS), investiu R$ 2 milhões na nova tecnologia e testemunha que a procura tem crescido bastante há um ano e meio. “Estamos começando a colher os frutos. A nacionalização não gerou redução de custos para os clientes, mas facilita o atendimento, a logística e a assistência técnica”, declara o engenheiro Filipe Bravo, coordenador de vendas. “Para grandes quantidades, o label tem que ser mais barato que o auto-adesivo”, pondera.
A empresa gaúcha desenvolveu fornecedores de periféricos nacionais e oferece um pacote de todo o processo desde 2001. A Igel se propõe a acompanhar o cliente desde o projeto até a instalação da linha de produção. Se for preciso, projeta a garra do robô, o magazine, e até a matriz do molde da injetora ou da sopradora. “Não somos meros fornecedores do filme e sim do processo in mold label”, explica Bravo.
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