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NOTÍCIAS NOVA DIREÇÃO DO INP PRIVILEGIA CAPACITAÇÃO O Instituto Nacional do Plástico (INP) empossou em outubro, em cerimônia realizada na Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo –, novo presidente para estar à frente da entidade no triênio de 2004 a 2007. Trata-se de Luiz de Mendonça, vice-presidente da unidade poliolefinas da Braskem, que assumiu a liderança do órgão enaltecendo as conquistas de seus antecessores, mas também renovando compromissos perante os associados e a sociedade como um todo. Em seu discurso de posse, prestigiado pelo anfitrião da casa, Paulo Skaf, presidente da Fiesp, Mendonça afirmou que o setor plástico enfrentou anos de estagnação e crescimento pífio, mas reaqueceu em 2004: “Voltamos a crescer e, sobretudo, a investir; crescem o consumo de resinas, os investimentos em tecnologias, equipamentos e as exportações de produtos manufaturados e, com o aumento dos recursos dos associados e do governo para os programas do INP, a responsabilidade na gestão será maior, bem como aumentará a necessidade de entrega de resultados incontestáveis e, por isso, teremos que ser cada vez mais ágeis, organizados, transparentes e, sobretudo, voltados para os nossos clientes”. O atual presidente do INP salientou que buscará maior equilíbrio na gestão de programas de curto, médio e longo prazos e não poupou elogios ao programa de incentivo às exportações de produtos manufaturados: “O Exportplastic é sem dúvida uma clara demonstração de modernidade da cadeia produtiva do plástico; é um posicionamento empresarial que demonstra o grau de competitividade e maturidade do setor, além de trazer o mercado externo para dento da nossa estratégia e nestes poucos meses de vida, desde que começou a operar em janeiro, vem apresentando resultados expressivos, conquistando adeptos, contribuindo para ocupar nossas capacidades ociosas, reduzindo, assim, nossos custos de produção”. No tocante à meta de atingir nos próximos anos superávit de l US$ bilhão, Mendonça destacou as contribuições esperadas de todos os segmentos envolvidos na cadeia do plástico. “O setor de máquinas e o próprio setor de resinas termoplásticas sempre foram voltados para o mercado externo, e bastante dinâmicos com relação às exportações, mas o setor de transformação até recentemente engatinhava na sua estratégia de atendimento ao mercado externo”. No que diz respeito às áreas que continuarão no foco das atenções do INP, Mendonça citou programas de capacitação voltados à formação de mão-de-obra qualificada, os quais se realizam por intermédio de parcerias com escolas técnicas, universidades, Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas (Cefet-RS), Senai e Ministério da Educação, bem como programas de capacitação tecnológica oferecidos pelo projeto Prumo de atendimento às micro e pequenas empresas. “Contamos, hoje, com 5 unidades em operação no estado de São Paulo, mas já estão em curso novos projetos nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, com atuações previstas também nos estados do Rio de Janeiro e Bahia, neste último visando atender a todos os demais estados do Nordeste”. Por último, Mendonça parabenizou a diretoria executiva anterior pelos serviços prestados à indústria e o compromisso de fortalecer o conceito do plástico como um dos principais indicadores de desenvolvimento e sofisticação tecnológica do País, objetivo este, segundo Mendonça, muito ligado ao programa de normalização desenvolvido pelo Instituto. “A normalização, muito mais que um parâmetro de qualidade, é uma postura de maturidade empresarial e de responsabilidade social. A visão de curto prazo de um processo de normalização pode levar a inferir a busca da punição de procedimentos não adequados, porém, o objetivo real é aperfeiçoar, proteger o setor produtivo e melhorar a qualificação da mão-de-obra. No bojo da normalização e dos órgãos normativos só há um objetivo em comum: trazer benefícios para a sociedade, sendo o principal deles o respeito ao consumidor”. A nova diretoria executiva liderada por Mendonça tem
Domingos A. Jafelice como vice-presidente, além de Enrico Trifiletti
(tesoureiro), Takeshi Honda (vice-tesoureiro), Guido Pelizzari
(secretário), e Edson Miranda (vice-secretário). O ex-presidente da
Diretoria Executiva Merheg Cachum comanda agora o Conselho Deliberativo,
ao lado de José Ricardo Roriz Coelho, Maristela Simões de Miranda, Celso
Luiz Gusso, Arnaldo Locoselli, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar,
Eduardo Tergolina, Almir Daier Abdalla, Cleantho de Paiva Leite Filho,
Giordano Romi Jr., Mônica V.E.I. Vaders Mora, Antonio Fernando Moraes, e
José Carlos Ferraresso.
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