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SETOR CELEBRA RETOMADA DAS VENDAS E AVANÇO TECNOLÓGICO Com a demanda de resinas termoplásticas em alta, das commodities aos plásticos de engenharia, a indústria de máquinas para transformação do plástico respira mais aliviada. Além de melhorar a carteira de pedidos, o aquecimento do setor proporcionou outro efeito colateral positivo: o avanço de novas tecnologias. No segmento de injeção, ganham impulso a microinjeção, capaz de produzir peças técnicas minúsculas, e a injeção auxiliada por gás, que assegura melhor qualidade às peças e ainda ajuda a reduzir os custos finais de produção. A miniaturização tem endereço certo: nichos de maior valor agregado, com exigências de alta precisão, como os segmentos de telecomunicações, medicina, eletrônica e outros. Ponto para o PET na área de sopro. Enquanto algumas indústrias de refrigerantes retornam ao vidro (estratégia clara para tornar o cliente fiel à marca), as cervejarias, indústrias de água mineral e sucos, entre outras, tomam rumo inverso. Prova disso, a Schinkariol conclui a instalação de quatro novas linhas de sopro de PET em sua fábrica até o final deste ano, cada qual com capacidade para produzir entre 10 mil e 20 mil garrafas/hora. Também os fabricantes de extrusoras têm motivos para comemorar. Desde seu início, o ano de 2004 mostrou que seria diferente, com promessas de recuperação nos negócios. Apostaram em novos desenvolvimentos e investiram nas fábricas. A transformação retribuiu. As coextrusoras, máquinas de maior valor agregado e responsáveis pela produção de filmes de qualidade indiscutível, por fim, se consolidaram no mercado. Boa leitura. INJETORAS - EXTRUSORAS - SOPRADORAS
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