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NOTÍCIAS
BRASILPACK MONTA MINI FÁBRICAS NO ANHEMBI
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A 4ª Feira Internacional da Embalagem, Brasilpack 2004, evidenciou tendências, equipamentos e processos industriais, além de propiciar ao público demonstrações de maquinários, integrando diferentes sistemas e fabricantes. |
Cuca Jorge |
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| Feira se transformou em um verdadeiro
chão de fábrica |
Sob a organização da Alcântara Machado em parceria com a alemã Messe Düsseldorf, a programação, desenvolvida de 8 a 12 de março, no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, inovou no formato, com boa parte dos expositores abrindo mão do conforto oferecido pelos estandes convencionais para criar na feira verdadeiros ambientes "chão de fábrica", áreas reservadas à produção, onde foram fabricadas milhares de embalagens, envasados produtos e reciclados polímeros.
Um dos organizadores dessas "minifábricas", o engenheiro Luiz Tsuguio Miyake, responsável pelo suporte técnico ao cliente da Nissei ASB Sudamérica, reconhece ter tido bastante trabalho para montar as áreas produtivas temáticas salpicadas por toda a feira.
| Cuca Jorge |
Com os croquis em mãos das 15 linhas previstas para entrar em funcionamento, ele afirmou: "Começamos a organizar essas áreas para abrigar as linhas de produção no dia 1° de março, mas mesmo assim nem todas foram concluídas a tempo".
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| Sopradoras ASB de estágio único produz 2 mil
embalagens/hora |
Operando a todo vapor, ao ritmo de produção de 2 mil embalagens/hora, uma das atrações organizadas pelo engenheiro era a PF8-4B, da ASB, máquina de injeção-sopro em um único estágio, com oito cavidades de injeção e quatro de sopro, apresentada ao público na sua versão mais moderna, provida de novos componentes eletrônicos.
No segmento de embalagens flexíveis, as atenções se voltaram para a linha de produção processadora das sacolas oficiais da Brasilpack, confeccionadas em polietileno de baixa densidade (PEBD) degradável.
O processo de produção de embalagens plásticas degradáveis, pela primeira vez demonstrado ao grande público, se desenvolveu sob a responsabilidade da Antilhas. Focada na criação de embalagens flexíveis, com especialidade no mercado gráfico, a empresa, de Santana de Parnaíba-SP, vem empregando há alguns meses o aditivo capaz de degradar polietilenos, polipropilenos e poliestirenos nas embalagens de clientes, como O Boticário, do setor cosmético.
"O Boticário foi a primeira rede de lojas de perfumaria e cosméticos a utilizar essa tecnologia nas embalagens promocionais do Natal de 2003", afirmou Carlos Hugo de Oliveira, analista de desenvolvimento da Antilhas. Desenvolvido pela empresa Sinfony, da Inglaterra, esse aditivo é um poliacetal, importado com exclusividade pela Res Brasil, empresa de representação, distribuição e licenciamento industrial, sediada em Valinhos-SP.
Segundo o diretor comercial da Res Brasil, Carlos Roberto Bernardino, cresce atualmente no mercado brasileiro o interesse dos convertedores pelo uso do aditivo que degrada polímeros. Para tornar degradáveis as linhas de embalagens oferecidas a seus clientes, várias empresas do segmento de flexíveis, a exemplo da Antilhas, como Nobelplast, Incoplast e Solpp, bem como empresas dos segmentos de sopro, como Abplast, de Joinville-SC e Confetti, de São Paulo-SP, têm em pauta participar de novos projetos para desenvolver produtos com a característica da degradabilidade.
A Confetti, especializada na fabricação de embalagens em polipropileno, por exemplo, deverá ser a primeira empresa a introduzir o aditivo degradável no segmento de rígidos, tendo em vista a possibilidade de vir a fabricar embalagens para o setor farmacêutico, segundo antecipou Bernardino.
"Enquanto os plásticos convencionais podem levar até um século para se decompor, os aditivados podem degradar em apenas dezoito meses", garantiu o representante. "A degradação ocorre pela quebra das ligações entre os átomos de carbono e hidrogênio existentes no polímero que, por sua vez, se ligarão aos átomos de oxigênio existentes na atmosfera, resultando em dióxido de carbono e água", explicou.
Em sacolas, adicionar o aditivo implica elevar os custos de produção em 15%. A versão da sacola confeccionada com resinas aditivadas, segundo Bernardino, porém, ainda oferece preço menor do que a sacola de papel.
Processar PET - Prestigiando a feira, a Voridian, divisão da Eastman Chemical, maior fabricante mundial de resinas de polietileno tereftalato (PET) para embalagens, com capacidade total instalada de l,5 milhão de toneladas/ano, também teve participação destacada pelo fornecimento da resina PET BD445 para alimentar duas linhas de produção, dedicadas ao sopro de embalagens de 500 ml para desinfetantes e de 150 ml para condicionadores capilares.
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Produzida na Argentina, a resina PET BD445 apresenta atualmente alto consumo nos segmentos de embalagens sopradas para bebidas, água mineral e refrigerantes. "O co-poliéster BD445 reduz significativamente o consumo de energia e melhora a performance da produção de garrafas fabricadas pelo processo de estiramento-sopro", afirmou Alfredo Neto, diretor da Voridian para a América do Sul. |
Cuca Jorge |
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| Neto: novo grade de PET reduz consumo de
energia |
Testes realizados revelaram que o novo grade reduziu a média de consumo de energia de 20% a 25% e aumentou a produtividade entre 5% a 12%. Além disso, diz o diretor, há exemplos de mercados gigantes que, cada vez mais, têm adotado os co-poliésteres para fabricar embalagens, como as indústrias de óleos, detergentes, desinfetantes, farmacêuticas e alimentos, evidenciando interesse crescente em utilizar embalagens em PET.
Outros pontos altos da feira foram as atividades desenvolvidas nas linhas de reciclagem mecânica de PE e PET, método mais utilizado no País, que transforma garrafas em flocos e grânulos. Com capacidade de extrusão de 300 quilos a 450 quilos/hora, os equipamentos, no caso, fabricados pela Wortex da linha Challenger Recycler, foram integrados a sistemas de moagem fabricados pela Seibt. Composta de sistemas de alimentação, silos de armazenagem, extrusora horizontal, sistema de peletização imerso em água e sistema de transporte e armazenamento, uma das linhas reciclava sacos de PE pós-uso, previamente lavados e secos, transformando-os em pellets para posterior comercialização ou retorno ao processo produtivo, mercado dos mais promissores porque elimina perdas. Na linha de reciclagem de PET, concebida para o reaproveitamento integral das embalagens de refrigerantes, as garrafas, após moagem, entravam na linha de granulação convencional (modelo Wex 100-26D), composta de sugador, funil, extrusora com capacidade de produção de 400 quilos/hora, banheira d'água, sistema de moagem e silo, resultando em novos grânulos de PET.
A linha de extrusão de chapas de PET, montada pela Kraft, fabricante de máquinas planas para extrusão de PP, PE, PS, ABS, PET, PVC, PC, náilons e acrílicos, com fábricas em Caxias do Sul-RS e Blumenau-SC, também foi uma das grandes atrações da feira. Concebida para extrudar até cem por cento de flakes, provenientes de garrafas picadas, a máquina em operação na feira é capaz de produzir lâminas, inclusive com relevos gofrados, de 0,15 mm até 1,2 mm, tendo capacidade para produzir até 800 quilos/hora, em se tratando de resinas virgens, ou 600 quilos/hora, no caso de flakes pós-consumo.
| Cuca Jorge |
Tais lâminas podem ter diversas aplicações, entre as quais o fabricante destacou a possibilidade de instalar também em linha uma termoformadora para produzir embalagens, como bandejas para ovos, bolos,
horti-fruti, entre outros. |
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| Ewald: reciclado para alimentos requer o uso de
co-extrusoras |
Segundo o diretor da Kraft, Sammy Roger Ewald, as extrusoras de lâminas termoplásticas podem também operar com reciclados inclusive no setor de alimentos. "Nesses casos, poderá ser necessário instalar junto à extrusora uma co-extrusora para produzir material reciclado com uma película de material virgem", afirmou o diretor.
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Máquinas em destaque - As tecnologias focadas no setor plástico foram amplamente as mais difundidas na Brasilpack 2004. A Maqplas levou à feira uma nova máquina para corte e solda
pouch, que opera na faixa de 70 ciclos a 110 ciclos por minuto, e é capaz de produzir embalagens convencionais ou pouch a partir de uma simples troca de bobinas. |
Cuca Jorge |
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| Linha de reciclagem de PET processa até 400
quilos/hora |
Um dos modelos que mais chamaram a atenção dos visitantes foi o CSP-UP 600, equipamento de alta velocidade para soldas do tipo pouch em filmes laminados, capaz de gerar uma ou duas embalagens em cada ciclo, com produção de 140 a 200 embalagens (sacos) por minuto, processada em pista dupla.
| Cuca Jorge |
"É importante observar que todos os
cabeçotes desse tipo de máquina possuem sistema de resfriamento e
que acrescentamos um cabeçote adicional em cada um dos dois
estágios, podendo-se produzir duas embalagens stand-up
simultaneamente", afirmou a diretora comercial da Maqplas,
Maristela Simões de Miranda. |
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| Extrusora transforma em chapas até 600 kg/h de flakes
de PET |
No mesmo segmento, a Hece promoveu na feira o lançamento de máquina automática para produzir sacos pouch e stand-up pouch. Provida de sistema que propicia o movimento dos cabeçotes de solda por servomotor e o controle por CNC - Comando Numérico Computadorizado, o modelo foi batizado de HP-3. Entre as novidades também se destacaram os novos modelos HF-400 e HF-550 de termoformadoras automáticas pressure forming para a produção de descartáveis e embalagens industriais.
| Entre os equipamentos remodelados, as versões 2004 das máquinas para produzir sacolas, do tipo camiseta, apresentam melhorias no sistema de soldagem, agora feito por fitas aquecidas em níquel-cromo, em lugar de eletrodos, e no sistema de dobra das sacolas, permitindo dobraduras de cem sacolas por vez. Todos os modelos dessa linha, inclusive o exposto na feira
(SC-850-EC II), também contam com novo servo-motor que propiciou o aumento da velocidade de trabalho da máquina de 200 para 250 golpes por minuto. |
Cuca Jorge |
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| Desumidificador de ar para molde terá produção
local já neste ano |
Lançado na Brasilplast, o termochiller para resfriamento de impressoras flexográficas, injetoras e sopradoras, fabricado pela Mecalor, participava de três linhas de produção instaladas na feira. Concebido para aplicações onde são necessários diferentes pontos de resfriamento, esse equipamento incorpora em um único gabinete a produção de água gelada e a operação de termorregulagem, podendo resfriar tanto calandras como tambores centrais. Seu principal diferencial é possuir dois circuitos independentes para as saídas de água sob temperatura controlada de 10ºC a 90ºC, somando à termorregulagem as vantagens de um sistema de água gelada com central eletrônica, compressor do tipo Scroll, reservatório em aço inoxidável, evaporador e duplo circuito de refrigeração.
Expostos na feira, os equipamentos fabricados pela Piovan também chamaram a atenção do público, especialmente os modelos da linha de desumidificadores de ar para moldes de até 800 m3 que, a partir deste ano, passarão a ser fabricados com exclusividade no Brasil.
Entre as novas soluções para envase de produtos químicos, alimentícios, farmacêuticos e cosméticos, destacaram-se na feira os tanques com fundo cônico. Fabricados pela Alpina, esses tanques em polietileno de alta densidade ( PEAD) permitem o total escoamento dos produtos e possuem capacidades que vão de 7,5 mil litros a 12,5 mil litros.
| Cuca Jorge |
Para a rotulagem de termoencolhíveis em PVC, PET, entre outros, a Rotterm apresentou modelo de aplicadora para até 60 rótulos por minuto, 3.600 rótulos/hora, concebida para frascos de 30 mm a 120 mm e altura máxima de corte de 200 mm, destinados às embalagens de produtos alimentícios e cosméticos. |
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| Nova corte e solda pouch opera na faixa de
70 a 110 ciclo/min. |
No segmento de rotuladoras, a Bauch & Campos apresentou máquina para rotulagem de frascos movida a motor de passo, em versões plana e cilíndrica, alcançando velocidade de 800 frascos/minuto.
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Um sistema de selagem de sacos valvulados por ultra-som foi a principal novidade apresentada pela Haver & Boecker
Latinoamericana. Entre as aplicações, a empresa destacou a possibilidade de associar a esse sistema uma máquina rotativa para ensacar produtos, como
PVC, assegurando capacidades de produção de 800 sacos/hora até 1.200 sacos/hora, a partir da instalação de bicos adicionais. |
Cuca Jorge |
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| Rotuladores de frascos opera até 800 unidades por
minuto |
Além deste, também teve destaque o novo sistema de enchimento para produtos líquidos e pastosos (latas, baldes, barricas, tambores,
minicontêineres), compreendendo desde pequenas estações até linhas automatizadas.
| Cuca Jorge |
No rol das novas soluções para paletização, o destaque ficou por conta da envolvedora de paletes com filmes esticáveis
(stretch), fabricada pela Strapack. Com movimentos orbitais comandados por robô, a envolvedora promove até 35 voltas por minuto em torno de paletes com 1,20 m por 1,20 m, constituindo a atual versão top de linha para cargas
paletizadas.
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| Envolvedora de paletes com filmes é comandada por
robô |
Sopro de rígidos - Em produção de embalagens rígidas, destacou-se na feira a linha de sopro de uma única estação, modelo BA25. Fabricada pela
Bekum, a máquina, que recebeu inovações tanto no sistema de retirada de rebarbas e estampagem de peças, como nos sistemas hidráulico, pneumático e de comando por
CLP, produzia garrafões de 20 litros para acondicionar água mineral com o emprego de resina de polipropileno da
Polibrasil.
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"Lançado há 8 anos, esse modelo de sopradora, BA25, pode soprar embalagens nos volumes de até 35 litros e está consolidado no mercado nacional, tendo mais de cem máquinas já comercializadas só no Brasil em produção de bombonas de 20 litros para lubrificantes, produtos químicos e de limpeza, incluindo o sopro de peças técnicas para o setor automobilístico, como reservatórios de água", afirmou Fernando Moraes, gerente nacional de vendas da Bekum do Brasil. |
Cuca Jorge |
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| Sopradora Bekum ganhou novo sistema hidráulico e
pneumático |
Ao todo, a empresa comercializa 17 diferentes modelos de sopradoras no mercado brasileiro, segundo colocado no ranking das maiores unidades em vendas da empresa, com índices de exportação de 35% da produção, apenas superada pelas realizadas nas duas unidades da Alemanha. Entre todos os modelos, porém, o carro-chefe de comercialização é representado pela linha de sopradoras BM (Blow Moulding). Composta de oito modelos, essa linha tem ampla versatilidade na produção de embalagens de 10 ml a 20 litros para cosméticos, químicos, farmacêuticos e produtos de higiene e limpeza. Integrando a linha de produção de garrafões de água, a Ultra Pack designou equipe técnica para acompanhar o funcionamento do sistema de envase dos garrafões de 20 litros, composto de lavadora em aço inoxidável, com painel de comando eletrônico, e de enchedora-tampadora com comandos eletro-pneumáticos, gerenciados por CLP.
R.M.
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RODADAS DE NEGÓCIO PROMOVEM AS EXPORTAÇÕES DE MÁQUINAS |
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A Brasilpack 2004 foi palco de maratona de negociações voltadas às exportações de máquinas e equipamentos para embalagens. Foram 120 reuniões envolvendo 30 empresas brasileiras e 15 internacionais, constituídas por tradings, distribuidoras e representações de 8 países - Espanha, Argentina, Equador, México, Colômbia, Costa Rica, Bolívia e Chile -, interessadas na compra de extrusoras, seladoras, embaladoras, termoformadoras, empacotadoras, envasadoras, encarteladoras, sopradoras, laminadoras e impressoras.
Realizadas no âmbito do Projeto Comprador, desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), essas rodadas de negócios contaram com o apoio da Apex-Brasil, Agência de Promoção de Exportações, e integram o Projeto Setorial do Plástico, que tem por objetivo capacitar médias e pequenas empresas a ingressarem no comércio exterior. As micro e pequenas empresas compõem parcela bastante significativa no setor plástico. Dados da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico, da Abimaq, indicam que 55% das 255 empresas são pequenas, enquanto 29% correspondem a micro-empreendimentos.
Em 2003, as indústrias de máquinas e equipamentos para o setor plástico exportaram US$ 52 milhões. Os principais parceiros nas exportações brasileiras foram os Estados Unidos (US$ 9 milhões), México (US$ 8 milhões), Peru (US$ 4,5 milhões), Argentina (US$ 4,4 milhões) e Chile (US$ 3,4 milhões).
"O Projeto Comprador deverá gerar incremento de US$ 3 milhões nas vendas externas do setor de embalagens até meados de 2005", considerou Thomas Fiedler de Moraes, gerente de comércio exterior da Abimaq, ao fazer balanço das atividades desenvolvidas junto às rodadas dedicadas ao setor de embalagens. Os países mais procurados pelos empresários brasileiros durante essas rodadas foram Chile, Costa Rica e Argentina.
Interessado em firmar contratos no Brasil para a representação de extrusoras, componentes e impressoras flexográficas, Alejandro Luis Blesa, diretor da empresa espanhola Alron Extrusion, fez contatos com três empresas brasileiras durante as rodadas, visando estabelecer representações de seus produtos na Espanha e Portugal.
Já tendo em sua carteira de representadas empresas como a Wortex, Alejandro considera as máquinas brasileiras competitivas, mas ponderou: "Para atuar na Europa, é preciso ter muita agilidade para não se perder as operações, pois enfrentamos um cenário de muita oferta." Em toda a Europa, complementou o empresário, a introdução de marcas não é feita por catálogos e requer condições especiais, principalmente quando se trata de colocar a primeira máquina em operação, facilitando-se ao máximo a primeira venda com o alongamento dos prazos para pagamento.
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