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Treinamento — A filial de Caxias do Sul, inaugurada recentemente, visa atender às empresas de transformação e matrizarias da região sul. Nas duas unidades, a empresa promove eventos sobre câmara quente e construção de moldes, além de prestar assistência técnica e comercial. “Em Caxias do Sul, disponibilizamos também base de dados para o desenvolvimento de simulação de injeção.”
Recentemente, a Fator lançou nova linha de câmaras quentes valvuladas com funcionamento a ar, bicos com divisor multidirecional e uma nova série de controladores de temperatura. Segundo Cavalcanti, a nova linha de controladores possui recursos que garantem o funcionamento do processo, mantém a vida das resistências elétricas e auxiliam na manutenção. “O sistema de câmara quente valvulada possui a mais avançada tecnologia de materiais, visando reduzir o consumo de energia e melhorar o desempenho.”
Na avaliação de Cavalcanti, os novos bicos com divisores multidirecionais representam um avanço na moldagem com grande fluxo de material e quando o acabamento na região do ponto de injeção é fundamental. A Fator investiu também na modernização da fábrica, na infra-estrutura operacional e na promoção de palestras. Para 2004, estão programados eventos sobre câmara quente e construção de moldes voltados para projetistas e empresas do ramo.
De acordo com Cavalcanti, as vendas aumentaram 30% em relação ao ano passado, com faturamento de U$ 8 milhões. As perspectivas para 2004 são otimistas. “Pretendemos crescer 40% e ampliar a atuação nos mercados mais desenvolvidos do setor de fabricação de moldes e transformação de polímeros.”
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Nacionalização – Inaugurada em maio de 2002, a Mold-Masters do Brasil, com fábrica em Sumaré-SP, amplia constantemente o índice de nacionalização de seus produtos. “Temos 50% do sistema de câmara quente, 80% do controlador de temperatura e 100% do porta-manifolds fabricados no Brasil sem qualquer modificação tecnológica ou de fornecedor, já que estes nos atendem em nível mundial”, afirma o diretor Afonso Celso Podadera. |
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| Podadera aumentou a nacionalização |
Em fevereiro próximo, a empresa receberá novas máquinas, para dar continuidade ao projeto de nacionalização. “O próximo passo é a fabricação dos bicos Optima, a partir de abril, simultaneamente com a nova fábrica na China.” Por questões tecnológicas e de custos, alguns componentes como termopares, elemento resistivo, fios de níquel, terminais elétricos, cabo de extensão de termopar e ponteiras em carbide continuarão sendo importados da matriz.
Podadera conta que a Mold-Masters foi pioneira no fornecimento mundial dos sistemas montados diretamente nos porta-moldes. “Temos uma fábrica na Carolina do Sul e outra no Canadá dedicadas a esse item.” A manufatura ocorre com diversos centros de usinagem ligados entre si por esteiras, constituindo uma célula de alta capacidade de usinagem.
Na última edição da NPE, em Chicago, a empresa lançou a linha Master Series confeccionada com materiais de maior resistência e altíssima condutividade térmica, como as ponteiras Endura. “Atingem 3.200 vickers de dureza, superando a escala vigente na medida rocwel.” A condutibilidade térmica, segundo o fabricante, supera a do cobre-berílio. A introdução de vácuo no interior da bucha da válvula garantiu maior controle de temperatura por isolação térmica, sendo capaz de eliminar vazamentos de plásticos.
A injeção de lentes ganhou manifold que, ao se inclinar em relação ao seu eixo horizontal e rotacionar, facilita o projeto e montagem. Lançou também três modelos de controladores de temperatura. Dentre eles, Podadera destaca o modelo TMMB, fabricado e montado no Brasil e Canadá e comercializado na Europa e Ásia. “Além de manter um Centro Tecnológico, a companhia investe 20% do faturamento bruto no desenvolvimento de novos produtos.”
Na avaliação de Podadera, os meses de novembro e dezembro foram os melhores do ano, garantindo excelente ocupação da fábrica, até março de 2004. Os períodos anteriores, no entanto, deixaram a desejar, com retração do mercado brasileiro de câmaras quentes de pelo menos 50% em relação a 2002. A recuperação do final do ano fornece, segundo ele, fortes indícios de retomada do mercado. “Em 2004, o volume de vendas com certeza crescerá 70% em relação a 2003.”
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Recuperação – Dessa opinião compartilha o gerente de vendas da Ewikon Luis Antonio Pavezzi. “O mercado manteve-se retraído. Porém, já observamos um aumento de consultas”, afirma. No Brasil, a marca alemã é representada pela HDB, de Cotia-SP, há oitos anos. A Ewikon fabrica sistemas completos de câmaras quentes para materiais com e sem carga, porta-moldes, porta-manifold (hot half), bicos simples, sistemas valvulados para bicos de 10 mm de diâmetro seqüenciais ou simples, destinados a peças de pouco volume por cavidade, e sistemas delgados com 10 mm para o setor de cosméticos e tampas. |
| Pavezzi: pouca fiação reduz riscos de erros |
A linha de câmara quente inclui ainda tamanhos intermediários, com volume de injeção de até 2 kg, e sistemas completos para moldes de grande porte, tais como pára-choques e molduras, para até 25 kg. Fabrica também sistemas de baixa voltagem (5 v). “São robustos e de alta confiabilidade para termoplásticos com ou sem carga, além de possuir pouca fiação, reduzindo a possibilidade de erros”, afirma Pavezzi.
Recentemente, a Ewikon desenvolveu um sistema delgado destinado a peças de injeção interna ou com pequena distância entre centros (12 mm) e também valvulados compactos, com agulhas curtas, seqüenciais ou não, para ciclos rápidos e moldagem de peças de pequeno volume de injeção por cavidade, principalmente tampas.
As operações da Ewikon no Brasil foram reforçadas com a construção da nova sede da HDB, além da inauguração das filiais de Porto Alegre-RS e Salvador-BA. “Passamos a oferecer treinamentos teóricos e práticos aos clientes.” A equipe de assistência técnica também ganhou reforço.
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