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NOTÍCIAS
NOVO APARELHO MEDE
NÍVEL DE ACETALDEÍDO
Graças a um novo equipamento desenvolvido pela Piovan, ficou mais fácil medir e controlar o acetaldeído (AA) em préformas de PET, antes de transformá-las em embalagens para acondicionar bebidas carbonatadas, sucos, águas, iogurtes e molhos. A possibilidade é oferecida pelo PET es AA Analyzer, um aparelho em lançamento mundial pela empresa, que suporta a introdução de préformas de até 160 mm em sua câmara de calor, para emitir, em apenas 30 minutos, resultados impressos sobre as análises, contendo informações em p.p.m. (partes por milhão) sobre os índices de AA encontrados.
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Divulgação |
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Análise impressa fica pronta em 30 minutos |
A praticidade e a rapidez nos resultados das análises são asseguradas por software que confere maior precisão ao equipamento, dispensando a realização de várias etapas para o preparo das amostras, comuns a métodos tradicionais, envolvendo a lavagem da préforma, sua moagem sob baixas temperaturas, resfriamento e pesagem, para só depois se iniciar a análise cromatográfica.
Outro ponto favorável é que as análises podem ser executadas sob a responsabilidade do próprio operador da injetora de préformas. A confiabilidade nos testes é outro destaque do equipamento. Fornece resultados com diferenças inferiores a 1%, enquanto nos métodos convencionais chegam a 35%, informa o fabricante.
Todos esses aspectos ganham ainda maior importância quando somados ao fato de ser possível eliminar todos os transtornos e prejuízos decorrentes da produção de embalagens reprovadas por apresentarem altos teores de AA. Esse subproduto surge com a oxidação/degradação do PET durante o processo de transformação e é alvo de controle de todos os produtores e transformadores de embalagens destinadas a alimentos. A degradação ocorre, em geral, na rosca de plastificação da injetora, decorrente dos parâmetros de funcionamento da unidade de injeção e da umidade residual na resina. O AA não é tóxico, mas transfere sabor desagradável aos alimentos, produzindo efeitos mais perceptíveis ao paladar quando da ingestão de água mineral, leite e derivados.
Concentrações de AA superiores a 4 p.p.m. podem alterar o sabor das bebidas, segundo avaliações de grandes fabricantes de refrigerantes. No caso do envase de água mineral, os valores de AA aceitos pelo mercado estão sempre abaixo de 3 p.p.m.
As primeiras unidades do novo equipamento já se encontram em operação em fábricas européias da Danone, Coca-Cola e Nestlé. Fabricados em dois modelos já patenteados, os aparelhos têm funcionamento automático e concepção baseada na tecnologia Fast Head Space Gas–Chromatography, que reduz o tempo de resultado dos testes e simplifica as operações.
O modelo mais compacto, indicado para empresas que já possuem laboratório para a realização de análises para o controle de qualidade, tem microprocessador/monitor colorido, software e cromatógrafo a gás, e está sendo apresentado ao mercado nas dimensões de 505 mm x 555mm x 370 mm.
A segunda versão mais parece um mini-laboratório. Pode ser instalada no próprio chão da fábrica, sendo desenhada em formato de torre, nas dimensões 600 mm x 1080 mm x 1800 mm, para comportar todos os recursos existentes num laboratório convencional, como sistema para a filtragem de ar comprimido, ar condicionado, sistema duplo para a filtragem do ar, dispositivos de segurança para operar com hidrogênio, contando também com impressora. Rose de Moraes
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