Nacionais agregam vantagens – A Converflex também apresentou várias soluções nacionais em máquinas e equipamentos para a impressão de embalagens. Entre os novos modelos, destacou-se a linha de flexográficas verticais fabricada pela GGS. Em lançamento na feira, essas máquinas, concebidas com larguras de impressão de 160 mm, 250 mm e 410 mm, reúnem dois conceitos em um único equipamento. Ou seja, o fabricante aproveitou as características das máquinas providas de tambor central, aliando-as às vantagens dos sistemas modulares, visando oferecer maior qualidade e versatilidade às impressões.

Cuca Jorge
Máquina alia vantagens do tambor central aos módulos

Com velocidades de impressão entre 50 m e 60 m/min., os novos modelos operam com vários substratos, como filmes de PE, náilon, adesivos e aluminío. Possuem também sistema de secagem entre cores e seis tinteiros, sendo três de cada lado, outra inovação incorporada ao equipamento. Sua unidade de impressão, composta por sistema de barramento prismático, foi projetada para permitir trocas mais rápidas de cilindros porta-clichês, anilox, caixas de tinta, além de regulagens mais precisas.

Já o sistema de alinhamento eletrônico, composto por mesa de corte e emenda, permite alinhar o substrato sem a necessidade de guias, e o comando geral se compõe de conta-metro de parada programável, controles de temperatura do sistema de secagem e de velocidade por meio de inversores de freqüência computadorizados, para permitir acelerações e paradas mais precisas.

Cuca Jorge Outro equipamento nacional em evidência na feira foi a máquina flexográfica BT 500, para impressões até 6 cores. Fabricado pela Betaflex, o sistema foi concebido para imprimir em BOPP, PE, alumínio e papel, em largura de 500 mm e velocidade de 120 m/minuto. 
Flexográfica BT 500 a 6 cores imprime até 120 m/min.

Para facilitar a aplicação de rótulos em frascos e embalagens, pode ser incluída junto à linha de impressão picotadeiras fabricadas pela Narita, com a qual a Betaflex formalizou parceria recente.

As picotadeiras apresentam capacidade para preparar 700 rótulos de PE do tipo manga ou camisa por minuto, e as rotuladoras são oferecidas em três modelos, com capacidades de 700, 1.400, e 2.400 rótulos/minuto.
Também na linha flexográfica, a MaqFlex promoveu o lançamento da impressora Stack, desenhada para atingir velocidades de 100 m/minuto, em várias configurações, permitindo impressões de uma a sete cores, em larguras úteis de 120 mm, 160 mm e 250 mm. Com sistema de secagem entre cores acionado por ventilação forçada de ar quente e frio, a máquina inclui duas estações de corte, mesa de emenda incorporada e facas doctor blade em todos os grupos impressores.

Segundo o fabricante, esse tipo de impressora valorizou um novo sistema de montagem de grupos impressores no formato de torre, visando assegurar maior praticidade e facilidade nos acertos dos registros, para permitir a produção de ampla variedade de etiquetas e rótudos em cromias, traços ou contendo apenas textos.

No segmento tampográfico, teve destaque a apresentação da Oscar Flues, trazendo várias soluções em versões semi-automáticas, incluindo unidades totalmente automatizadas para impressão de uma a seis cores em peças tridimensionais. Entre outras soluções para impressão oferecidas pela empresa ao mercado, destacam-se as máquinas para hot-stamping, com unidades independentes ou integradas em linhas de produção, e os sistemas inkjet, disponíveis em várias versões, além das seladoras de filmes shrink, que operam por selagem e termoencolhimento, em versões manuais e automáticas.

Chapas digitais evoluem – Lançadas no mercado brasileiro por ocasião da feira, pouco depois de sua apresentação em âmbito global, as chapas digitais Cyrel DPI, representam a mais nova tecnologia da unidade Imaging Technologies, da DuPont. Além de ampliar a linha de tecnologias digitais disponíveis para incorporação ao sistema flexográfico Cyrel Fast, 

Cuca Jorge equipamento de gravação de chapas fotopolímeras da DuPont, as novas chapas prometem incrementar o mercado flexográfico, oferecendo maior qualidade às impressões de rótulos e embalagens.
Nova chapa fotopolímera confere melhor definição

Concebidas para possibilitar impressões com mais alta definição de detalhes em superfícies maleáveis e de difícil manuseio, como rótulos, etiquetas e filmes, as novas chapas possibilitam a execução de realces finos em ampla gama de tonalidades, sem necessidade de se produzir um filme negativo, executado através de “máscara integral”, gravada a laser.

Cuca Jorge Na opinião do responsável técnico pelas aplicações, Rui Mariano dos Santos, da DuPont, com o emprego das chapas DPI, consegue-se superar a maior dificuldade da flexografia, ou seja, imprimir em áreas com menor incidência de pontos, conhecidas como áreas de altas luzes, promovendo-se a transferência de tinta de forma balanceada e controlada para os mais variados substratos, como BOPP, PE e perolizados, com resultados excepcionais quanto à fidelidade de impressão, comparáveis às impressões em offset e em rotogravura.
Para Santos, desempenho das novas chapas é excepcional

Para atender às necessidades de mais alta resolução e fidelidade nas impressões do mercado brasileiro, duas clicherias da Takano, de São Paulo–SP, e da Rotocrom, de Mairiporã–SP, estão promovendo gravações com o uso das chapas digitais DPI, segundo Mariano dos Santos. Constituídas por fotopolímeros de alta dureza (Shore A 90), a nova linha digital vem somar-se às chapas analógicas, de média a alta dureza, como as Cyrel Now e Cyrel HIQ, também fabricadas pela empresa. 





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