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Fatia diet – A participação das distribuidoras na comercialização de resinas termoplásticas não chega a 10% no Brasil. Nos Estados Unidos, ultrapassa os 20% e na Europa fica em torno de 18%. Na opinião de Johansen, o mercado informal responde ainda por 8% da demanda. Os números baseiam-se em informações coletadas pelas próprias empresas. Não há estatísticas oficiais, mas as projeções apontam grande potencial para engordar a participação da distribuição, notadamente retraída no País.
Responsável pelo atendimento da demanda pulverizada, quase sempre inferior a 12 toneladas por compra, o equivalente à carga de um caminhão, a distribuição supre um mercado que dificilmente seria abastecido pela petroquímica. “Ao reunir pequenos clientes, transforma-se em um grande comprador com volumes regulares”, avalia Johansen. Cumpre ainda a importante função de identificar novos nichos de atuação.
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Nos últimos meses, a Polipolymer adotou série de medidas visando à recuperação das margens, a começar pela redução dos custos operacionais. Mudou as instalações e diminuiu o quadro administrativo, mas aumentou a equipe de vendas e diversificou a linha de produtos. “Anos atrás as operações incluíam basicamente o polipropileno. |
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| Machion: margens caíram 17% em 2001 |
Hoje atuamos com quase a totalidade dos termoplásticos e algumas especialidades”, afirma o diretor administrativo-financeiro Pedro Machion. Fazem parte do portfólio da empresa a Polibrasil (PP), GE Plastics (plásticos de engenharia), a Politeno (PEAD, PEBD, PEBDL e EVA), Solvay (PEAD), Triunfo (PEBD), HoneyWell (náilon 6) e Resarbras Acrílicos (ex-Metacril) com o polimetilmetacrilato, além da revenda de poliestireno alto impacto e cristal da Innova.
O departamento de telemarketing responde por 40% das vendas, cujos montantes a direção não revela. Com atuação nacional, a Polipolymer mantém revendedores e representantes autorizados em diversas regiões do País. O Estado de São Paulo, no entanto, concentra os maiores volumes, aproximadamente 60% do total. Pelas expectativas de Machion, 2002 deve repetir os resultados comerciais do período anterior que, embora fraco, registrou pequeno crescimento em volume. “A queda na rentabilidade se mantém.” Na avaliação do empresário, no último ano as margens caíram cerca de 17%.
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De acordo com o gerente de negócios da SPP Resinas Amarildo Bazan houve redução de 8% nos preços médios no fechamento do primeiro semestre. A principal baixa, de cerca de 15%, ocorreu de dezembro a março, com pequena recuperação nos meses seguintes. |
| Para Bazan, preços ainda estão defasados |
“A retomada começou, mas, na média, os valores se mantêm defasados em toda a cadeia.” Entre abril e maio, os aumentos ficaram em torno de 20%, embora boa parte não tenha sido consolidado pelas distribuidoras.
O segundo semestre começou com nova alta, de 10% em média, e desagradável surpresa. O PS 10% mais caro desde julho, não foi exceção, como estimavam os distribuidores, e teve alta de 15% em 1° de agosto. Pegou carona na ensandecida desvalorização cambial, registrada no final de julho, e aproveitou para recuperar margens. Aliás, a volatilidade cambial trouxe mais instabilidade. Quando o dólar sobe, os negócios param.
Conhecida pela sua atuação multimarcas, a SPP opera com Polibrasil, Politeno, Innova, Polialden, Dow e Petroflex. Há um ano ganhou exclusividade na distribuição de co-poliésteres da Eastman. Mais recentemente, firmou parceria com a Ledervin, pequeno fabricante nacional de polietileno tereftalato (PET), com planta em Santo André-SP. “A atuação em nível nacional permite a identificação de clientes potenciais para o mercado de injeção e extrusão de PET, ainda pouco explorado, porém com grande potencial de crescimento”, afirma Bazan. A empresa possui sete centrais de distribuição localizadas em Porto Alegre-RS, Curitiba-PR, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador-BA, Recife-PE e Manaus-AM. Investimentos recentes visam o setor de recursos humanos, com a capacitação da equipe, e a melhoria das ferramentas de software.
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