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Novo polímero – Embora a maior parte dos desenvol-vimentos em plásticos de engenharia apresentados na feira tenha sido de aprimoramentos em resinas con-vencionais, a GE Plastics destacou em seu chamativo estande um novo polímero para produção de filmes para termoformagem, utilizados em decoração de superfícies de peças injetadas, e de chapas para uso em vacuum forming. Com o nome comercial
Sollx, porém, a empresa limita-se a revelar sobre sua estrutura química o fato de tratar-se de um termoplástico.
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Os filmes com o Sollx podem ser aplicados em qualquer peça termofixa ou termoplástica, em processos de in-mould decoration. O desenvolvimento faz parte de um projeto da GE de substituir caros processos de pintura de peças automotivas externas e internas, como painéis e pára-choques. |
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| Pára-choque revestido com o Solix da GE: sem
pintura |
Isso porque a peça feita com o Sollx possui alta resistência a intempéries combinada com propriedades com forte apelo estético, como brilho e boa retenção e estabilidade de cor. Na formulação do composto pode ser adicionada qualquer tipo de cor, metálicas e perolizadas inclusive.
Suas qualidades incluem ainda alta resistência química, à abrasão e desempenho em brilho superiores às peças convencionais com ou sem pintura. Para se ter uma idéia da propriedade de brilho, em um teste acelerado de laboratório, sob exposição de 25.000 kL/m² (equi-valente a 10 anos de exposição ao ambiente quente de até 35ºC da Flórida, por exemplo), o filme com o Sollx reteve 95% do brilho original. De forma geral, as peças com esse revestimento ou se igualam ou superam as convencionais pintadas.
Náilons – O uso de plásticos de engenharia convencionais, com preços mais razoáveis, muitas vezes é inibido pelas crescentes exigências técnicas e ambientais dos grandes transformadores. Mas, da mesma forma, uma resina de alto desempenho substituta pode também ter seu uso limitado por um motivo óbvio: o alto preço.
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Para solucionar esse dilema, os pro-dutores de resinas gastam uma boa montanha de dinheiro para desenvolver propriedades nos plásticos de engenharia convencionais, sem precisar recorrer a invenções de novos polímeros. Bastante ilustrativo nessa tendência é o ocorrido na poliamida, o popular náilon. |
Divulgação |
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| Náilon HTN 53: resistência múltipla |
Para começar pela maior produtora mundial da resina, a DuPont, torna-se sintomático dessa tendência o lançamento de novos grades da linha de poliamidas semi-aromáticas Zytel. A nova versão HTN, em duas séries, a 53 e a 54, para aplicações em peças estruturais automotivas, combinou propriedades antes difíceis de serem conjugadas no náilon.
Esses grades HTN foram desenvolvidos para atender uma demanda do mercado automotivo em ter peças de plástico dentro do motor com resistências múltiplas. Ao mesmo tempo em que suportam ambiente com alta carga elétrica, resistem à umidade, aos impactos mecânicos e químicos e ainda às elevadas temperaturas comuns abaixo do capô dos carros. As peças transformadas com as novas poliamidas podem ser voltadas para funções elétricas, pneumáticas ou mecânicas.
A conjugação principal de propriedades, de acordo a empresa, foi a alta dureza e resistência ao impacto aliada à baixa absorção de umidade. Em tem-peratura, vale acrescentar, há a possibilidade de suportar até 160ºC. Outra qualidade importante é a de reduzir o ruído causado pelas peças em motores turbo e com injeção direta, naturalmente barulhentos. Para isso, a DuPont possui um programa denominado NVH, com-posto por especialistas da em-presa e laboratório, os quais fazem testes de simulação para evitar que as peças com o Zytel colaborem com os ruídos no motor.
Mas não foi apenas essa a novidade em náilon na DuPont. A própria linha Zytel conta com a nova série denominada Super Tough (ST), com melhoria nas características de fluidez do fundido. Com os aper-feiçoamentos técnicos, consegue-se na produção reduzir os tempos de ciclo, as pressões de moldagem, a espessura por segmento da peça e os níveis de rejeito. Além disso, tornou-se possível aumentar o número de cavidades por molde em peças de grande dimensão.
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A grande concorrente da DuPont, a francesa Rhodia Plásticos de Engenharia, segunda maior produtora de poliamida, também alardeava as novas qualidades da sua linha de náilon 6 TechnylStar, lançada na NPE de Chicago, em junho de 2000.
Na K, a empresa mostrava novos grades da família. |
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| Capa de motor com o Technyl Star |
O TechnylStar S 246 V35 teve sua resistência ao impacto aumentada, tornando-se ideal para ferramentas acionadas. De modo geral, a família TechnylStar, de poliamida semi-cristalina com estrutura molecular diferenciada (star-like, ou similar à estrela), tem aplicação principalmente automotiva, como capa de motor, frisos e painéis externos.
Da linha convencional de poliamida, chamada apenas Technyl, a Rhodia apresentou dois novos tipos: o A218 G1 V0 e o G2 V30. Ambos foram concebidos para proporcionar as peças de sistemas de resfriamento automotivo uma alta resistência a temperatura e a glicóis. Eles podem ser fornecidos com fibra de vidro em 25% e 30% ou então sem reforço.
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