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Laboratório na mira - A Imacon decidiu apostar em novos segmentos e anuncia a entrada na área de laboratório, com o lançamento da extrusora DRC 20:36, a primeira de uma nova série. O desenvolvimento demandou cerca de um ano e absorveu recursos da ordem de US$ 100 milhões. De acordo com Borges, trata-se do primeiro equipamento nacional do gênero.
Também equipada com dupla rosca corrotante, a pequena máquina destina-se a testes de dispersão, mistura, distribuição de pigmentos e cargas, bem como de plásticos de engenharia com fibras e cargas etc. Além disso, pode ser usada por fabricantes de pequenos lotes de masterbatch.
Entre as principais características, o fabricante destaca as roscas de geometria trilobe (de três princípios). Essa extrusora ainda conta com zona de degasagem e zona de vácuo de 1,5 cv. A potência total instalada é de 7,2 kW de aquecimento e 5 kW de motor.
Mesmo com todos os percalços da economia, a Imacom está ampliando suas instalações. Até o momento foram investidos cerca de R$ 700 mil em novas máquinas operatrizes, centros de usinagens, fresas com comando CNC, tornos CNC e outros. Borges prevê aplicar outro montante idêntico no primeiro semestre do próximo ano para expandir a fábrica em novas instalações.
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A propósito, a Rulli, de São Paulo, também se prepara para mudar de endereço. Serão investidos cerca de R$ 4 milhões em nova unidade em Guarulhos-SP, de 23 mil m² de área total e 10.500 m² construída, informa seu diretor Luigi Rulli. A mudança, prevista para o início de 2002, tem por objetivo permitir à empresa acrescentar à produção novos tipos de máquinas, como casting film e stretch. |
Cuca Jorge |
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| Rulli atacou o mercado externo para
melhorar a rentabilidade |
A intenção do diretor é aumentar a participação no mercado brasileiro e também engordar a carteira internacional. A tecnologia é da americana Black Clawson, em acordo assinado no ano passado.
| Cuca Jorge |
A Rulli encerra 2001 com bons motivos para comemorar, afinal faturou 25% a mais em relação a 2000. O fabricante comercializou cerca de cem máquinas neste ano, com destaque para filmes. Na opinião do diretor, o segmento de coextrusão foi o menos afetado pela freada nos investimentos, porque os fabricantes de embalagens estão exigindo o processo. Afinal, com ele, os transformadores conseguem obter filmes mais finos, sem perda na resistência, além de melhor uniformidade. |
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| Linha de coextrusora da Rulli processa até 400
quilos/hora |
Para manter as vendas em alta, a empresa apostou na travessia de fronteiras. "Estamos atacando mais o mercado externo, que tem maior rentabilidade", revela Rulli. A exportação, concentrada na América Latina e Canadá, representa hoje 25% da produção, mas a intenção é chegar o quanto antes em 35%. E a K serviu muito bem a esse propósito. A linha completa para produção de chapas lá exposta seguiu direto para a Tailândia. A feira ainda rendeu mais de 80 propostas.
A extrusora mais nova apresentada pela empresa é a EF 100, com produção de até 300 kg/h de filmes monocamadas de PEAD. A série incorpora máquinas com roscas desde 50 mm de diâmetro, com produção da ordem de 100 kg/h. Rulli destaca o aperfeiçoamento do sistema interno de distribuição do material nos cabeçotes, garantindo melhor uniformidade nos filmes.
No campo da coextrusão, a empresa oferece a Coex 3. O equipamento pode vir com roscas de 50 mm e produção entre 150 e 180 kg/h de PEBD linear, ou roscas de 75 mm, capazes de processar entre 400 e 450 kg/h. Com forte atuação no segmento de chapas, a empresa destaca a série EC, com opção de rosca desde 75 mm (produção de 200 a 250 kg/h) até 160 mm, para quem pretende transformar entre 1.000 e 1.500 kg/h.
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