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No segundo semestre, no entanto, a demanda se estabilizou. “Investimos em mão-de-bra e em equipamentos para aumentar a produção e reduzir os prazos de entrega, mas o mercado voltou ao patamar anterior”, lamenta. Na opinião do empresário, o choque do racionamento de energia elétrica já foi absorvido. Basta agora vencer as dificuldades impostas pela gerra ao terrorismo, principalmente para manter elevado o nível das exportações.
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A austríaca Wittmann, com filial em Campinas-SP desde o ano passado, faz parte da lista das estrangeiras com investimentos no País e das empresas com perfil exportador. No último semestre, concluiu o processo de homologação de representantes em todo o território nacional e América Latina. “O Brasil será responsável pelos negócios na região, seja com equipamentos nacionais ou importados da matriz”, explica seu diretor Alejandro Wiederhold. As exportações começaram em setembro com a venda de um desumidificador fabricado na Áustria e dois alimentadores nacionais para a Colômbia. Com outros negócios encaminhados, Wiederhold comemora os resultados comerciais alcançados no Brasil.
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| Divulgação |
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| Wittmann nacionalizou linha de alimentadores |
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A nacionalização dos equipamentos começou com os alimentadores individuais e sistemas de alimentação Feedmax Economic, com rendimento desde 60 kg/h até 360 kg/h, apresentados na Brasilplast, mas atingirá em breve novos itens. A empresa prepara-se para iniciar a produção local dos desumidificadores Trymax 60 (60 m³/hora de fluxo de ar e silo para 60 litros) e Trymax 100 (100 m³/hora e silos de 100 litros e 150 litros) até o final do ano. No início de 2002, estima concluir o projeto do secador a ar quente Maximat com capacidade para até 300 litros de ar. “O índice de nacionalização fica entre 75% e 90%”, informa.
| Cuca Jorge |
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| Wiederhold: as exportações começaram em setembro |
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A série ML de moinhos de baixa rotação vai demorar um pouco mais para sair da prancheta. O protótipo do ML 180, para 20 kg/hora, fica pronto no final do ano. Depois começam os levantamentos de preços e a homologação de fornecedores de peças e serviços. “A nacionalização tem de reduzir o custo do equipamento em pelo menos 20%, quando comparado ao importado, para tornar-se viável”, afirma Wiederhold.
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A série ML é composta por 6 modelos com capacidades de 20 até 100 kg/h. Os equipamentos oferecem ainda variações relativas à potência do motor e tipo de faca (fixa ou rotativas), sendo adequados a todas as resinas. Destaca também a série MG de moinhos de fresa. “É um dos mais vendidos”, afirma. Faz parte da linha de produtos da empresa robôs e células de automação, entre outros itens. “Os manipuladores podem ser montados localmente a partir de 2003. Tudo depende da reação do mercado”, arremata.
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Nacionalização – A partir de novembro, a Piovan, de Osasco-SP, inicia a produção brasileira de desumidificadores de uma e duas torres equipadas com peneira molecular e moinhos de baixa rotação, além de ampliar a linha de unidades de água gelada (chillers) com os novos modelos para 9.000, 70.000 e 90.000 kcal que irão incorporar as novidades apresentadas na feira K´2001 (ler matéria nesta edição). A empresa fabrica no Brasil a linha de desumidificadores de ar para moldes com capacidades de 400 a 800 m³/h de ar seco, com ponto de orvalho de 5ºC, que permite operar com baixas temperaturas nas ferramentas de injeção ou sopro, sem a ocorrência de condensação de água na sua superfície. “Aumenta significativamente a produção horária e reduz a manutenção dos moldes”, afirma o diretor da Piovan Fernando S. Nicolosi.
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| Divulgação |
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| Piovan inicia a produção de moinhos em novembro |
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| Cuca Jorge |
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| Nicolosi desmente boatos sobre a Piovan |
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Completam a linha nacional, as unidades de água gelada, desde 18.000 até 48.000 kcal, com condensação a ar ou água, de alto desempenho, e baixo consumo de energia elétrica, bem como os alimentadores trifásicos (bombas e funis) e filtros com capacidade de transporte de 100 a 4.000 kg/h, individuais e centralizados. A empresa mantém estoque local para os demais equipamentos fabricados pela matriz italiana. “A fábrica brasileira é uma unidade mundial”, afirma Nicolosi. A empresa já exporta para a América do Sul e prepara-se para em breve ampliar as vendas de algumas linhas de equipamentos para outros países.
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As expansões e bons resultados da filial brasileira, cuja fábrica consumiu investimentos da ordem de US$ 6 milhões, consolidados no segundo semestre de 2000, rebatem os rumores sobre a venda e dificuldades do grupo Piovan que circularam no mercado. “Os boatos são totalmente incorretos e sem fundamento”, garante Nicolosi. O diretor da empresa afirma ainda que as operações brasileiras seguem de acordo com o planejamento.
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