spacer.gif (67 bytes)

Para o diretor, só a construção de um novo pavilhão daria conta do problema. O novo espaço poderia ser construído bem próximo à area que abriga a tenda, ter dois pavimentos, e ainda contar com garagem subterrânea. “O importante seria não comprometer a quantidade de vagas reservadas para o estacionamento dos veículos dos visitantes”, considerou Nascimento, contestando tese defendida em edições passadas da Brasilplast, pelo simples fato de que tal solução reduziria o número de vagas e limitaria o acesso do público comprador à feira.

 

Enquanto cada um a seu modo poderia estar esboçando, mesmo que no ar, melhorias, arquiteturas e engenharias para ampliar o espaço locável para estandes do pavilhão, uma possibilidade mais concreta entrou em cena alguns dias após a finalização da entrevista com Evaristo Nascimento. Trata-se da assinatura de um protocolo de intenções, visando a recuperação do Parque Anhembi, ou pelo menos a intenção de promovê-la, implementando-se melhorias em toda a infra-estrutura da área.

 

A formalização do protocolo, realizada em 22 de janeiro último, denotou a possibilidade de se firmar uma aliança, selando-se algum tipo de colaboração entre a iniciativa privada (usuária das instalações) e a gestão/administração pública do Anhembi, realizada pela Anhembi Turismo e Eventos, empresa ligada à Prefeitura de São Paulo, que poderia beneficiar a maior e mais bem conceituada área de exposições da América Latina, e que detém o maior índice de ocupação de eventos (só a Alcântara Machado promove no pavilhão do Anhembi pelo menos 15 grandes feiras de negócios por ano).

 

 

<<< Anterior

Próxima >>>

  spacer.gif (67 bytes)