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Mais tubos –A Imacom fabrica linhas completas de extrusão de tubos, perfis, laminados, fios e cabos e reciclagem para PVC, PEAD e PEBD. A linha IM para tubos para telecomunicações vai de 60 mm a 120 mm de diâmetro de rosca, com cabeçote simples, e produz de 200 a 500 kg/hora. Para o mercado de gás, fabrica extrusoras monorrosca com diâmetro a partir de 90 mm até 150 mm, para até 700 kg/hora. Possui ainda a linha DRC, dupla-rosca co-rotante, de 600 até 1.200 rpm, e relação L/D 1:44, em quatro modelos com 30, 40, 58 e 70 mm para a incorporação de materiais (cargas e pigmentos) e fabricação de compostos com PE, polipropileno (PP), poliestireno (PS), poliamida (PA), polietileno tereftalato (PET) e PVC. “As roscas e cilindros são confeccionados e montados de acordo com o material processado”, explica o diretor comercial, Carlos Renato Borges.
A empresa fabrica ainda a linha DR, dupla-rosca contra-rotante, com 45, 65, 86 e 107 mm de diâmetro de rosca. Segundo Borges, em 2000 foram investidos 300 mil dólares na modernização da fábrica e aprimoramento dos equipamentos. A Imacom tem capacidade para produzir 40 unidades/ano e destina de 7% a 10% da produção para a exportação, principalmente para América Latina. Entre os mercados que mais se destacaram neste ano, Borges cita também o de perfis de PVC para construção civil, eletrodomésticos e autopeças entre outras aplicações. “Vendemos 15 linhas de extrusoras dupla-rosca para esse segmento”, informa.
| A Krauss Maffei, fabricante alemão de injetoras, máquinas para reação de poliuretano (PU) e extrusoras para chapas, tubos e perfis, também aposta no avanço do mercado de tubos de PE e de PVC, entre outros. A empresa inaugurou em setembro a filial brasileira, depois de seis anos de atuação via representação comercial. A iniciativa visa aumentar a participação no mercado nacional, além de ampliar a prestação de serviços e o suporte técnico aos clientes do País e de outras nações da América Latina. “Respondemos pelas vendas no Brasil, porém a estrutura de assistência técnica se estende aos países vizinhos”, informa o diretor de vendas e marketing, Luiz H. Hellbrügge. |
Cuca Jorge
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Hellbrügge garante maior
produção com rosca L/D 36 |
| Cuca Jorge |
Com 45 linhas de extrusão instaladas no Brasil, a empresa oferece equipamentos com capacidade para processar até 2 mil kg/hora. “Em casos especiais pode chegar a 3 mil kg/hora.” O destaque fica por conta da tecnologia para a fabricação de rosca com relação L/D 36, que segundo Hellbrügge garante 20% de aumento na produção quando comparado ao rendimento das roscas com L/D 26. A empresa aposta ainda no avanço da coextrusão de 3 camadas, duas de resina virgem e uma de material reciclado, compondo um sanduíche (virgem/reciclado/virgem). “Permite o emprego de até 90% de plástico revalorizado, de acordo com a aplicação”, informa o gerente de vendas, Carlos Anibal De Blasio. A tecnologia pode ser empregada na fabricação de tubos para saneamento básico, entre outros produtos. Outro mercado que vem se destacando na opinião de Blasio é o de PVC termoformado, ampliando as vendas de extrusoras para chapas. |
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| Blasio destaca o avanço do PVC na
termoformagem |
Filmes – Em 2000, a Carnevalli, de Guarulhos-SP, inovou ao apresentar a coextrusora linha Coex para produção de filmes de até cinco camadas. Agora, prepara, para o início de 2001, o lançamento do modelo de três camadas com a mesma tecnologia de cabeçote. Segundo o gerente comercial Luiz Antonio Delosso Simões, uma das características mais importantes e inovadoras da máquina refere-se ao fato de todas as extrusoras se acoplarem no cabeçote na mesma altura, fazendo com que o tempo de residência seja o mesmo para todos as matérias-primas. “Reduz a possibilidade de degradação dos materiais que operam sob temperaturas menores”, explica.
A distribuição no plano horizontal permite aos materiais atingirem os pontos do helicoidal sem passar por perfurações internas, que dificultam o controle da temperatura. Outra vantagem, na opinião de Simões, é que esse tipo de cabeçote facilita a passagem do ar para o IBC, sistema de refrigeração interna do balão. Segundo Simões, a Carnevalli domina pelo menos 80% do mercado brasileiro de coextrusão de filmes, e encerra 2000 com aproximadamente 135 máquinas entregues, dentre todos os modelos da linha, das quais 33 seguiram para outros países, principalmente da América Latina.
De acordo com ele, o mercado brasileiro de embalagens passa por uma importante evolução, abrindo-se amplamente para a coextrusão. Isso porque a oferta nacional de máquinas com tecnologia compatível às importadas incentiva os investimentos. |
Cuca Jorge
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Cabeçote facilita a passagem
de ar pelo IBC |
| Cuca Jorge |
“A nacionalização torna os preços bem competitivos”, avalia. Nos cálculos de Simões, a diferença chega a até 30%, comparando os preços FOB. Além disso, a ampliação da oferta desse tipo de embalagem, até então consideradas sofisticadas e caras, possibilita a redução de seu custo. |
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| Simões: 135 máquinas vendidas em
2000 |
A empresa fabricou a primeira coextrusora em 1993, porém o negócio deslanchou a partir de 1998. Desde então, já produziu 45 dessas máquinas para o mercado interno, das quais quatro para filmes de cinco camadas. Simões ressalta também o aumento da demanda de máquinas de maior porte, com diâmetro de rosca a partir de 75 mm. Na avaliação do gerente de vendas da Carnevalli, o mercado brasileiro absorveu pelo menos 180 novas extrusoras para filmes neste ano.
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