EMBALAGENS - INJEÇÃO / SOPRO


O produto visa substituir os potes termoformados para acondicionar alimentos a granel nos supermercados (azeitona, picles etc.). Na versão 2000, ganharam design diferenciado e tampas coloridas, adequadas aos dois volumes (250 e 500 g) devido à unificação da boca do recipiente. “No primeiro modelo os diâmetros de boca eram distintos.” O lacre, antes incorporado ao pote, passou para a tampa. As mudanças resultaram ainda numa pequena redução do peso da embalagem de 500 g, de 26,8 para 24,8 g. A de 250 g, por sua vez, ficou 0,6 g mais pesada, passando de 16,4 g para 17 g.O produto visa substituir os potes termoformados para acondicionar alimentos a granel nos supermercados (azeitona, picles etc.). Na versão 2000, ganharam design diferenciado e tampas coloridas, adequadas aos dois volumes (250 e 500 g) devido à unificação da boca do recipiente. “No primeiro modelo os diâmetros de boca eram distintos.” O lacre, antes incorporado ao pote, passou para a tampa. As mudanças resultaram ainda numa pequena redução do peso da embalagem de 500 g, de 26,8 para 24,8 g. A de 250 g, por sua vez, ficou 0,6 g mais pesada, passando de 16,4 g para 17 g.

Em seu currículo a empresa conta ainda com desenvolvimentos da embalagem do queijo Frescatino, realizada em parceria com a OPP Petroquímica e a BG Brasil, responsável pela fabricação do produto, introduzido no mercado nacional em recipientes importados da Espanha. “Depois de testar o queijo com boa aceitação, a BG optou por fabricar os potes localmente”, conta Bruni. Injetados em moldes de 2 cavidades, pote e tampa pesam juntos 18,6 gramas. A espessura da parede do recipiente fica entre 0,35 mm a 0,40 mm

Para driblar as dificuldades referentes à confecção de moldes específicos para injeção de ciclo rápido, um dos entraves do processo, a Plast & Pack firmou parceria com a ferramentaria Polyesp, de Curitiba-PR, e juntas operam no aperfeiçoamento dessa tecnologia. “Estamos partindo para a confeccção de moldes com 4 cavidades, após resultados positivos com as ferramentas de 1 e 2 cavidades”, afirma Bruni. A empresa opera com 8 injetoras da Battenfeld adaptadas para processar em ciclo rápido, de 4 a 6 segundos. “A conversão das máquinas também é feita pela Plast & Pack.”

Cuca Jorge
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Castro: injeção de ciclo rápido fez a termoformagem despertar
Bela adormecida – O avanço da injeção de ciclo rápido conseguiu ainda outro mérito: despertar o setor de termoformagem. Na opinião do diretor executivo da Fibrasa, Leonardo S. Rogério de Castro, o processo tem muito espaço e mercado para evoluir. “Permaneceu acomodado por muito tempo. Mas já acordou”, avalia. Segundo Castro, os fabricantes de máquinas fizeram a lição de casa e conseguiram melhorar a produtividade dos equipamentos, ampliando a capacidade de produção, reduzindo o tempo de ciclo e melhorando a distribuição do material durante o processamento. “Dificilmente a injeção vai conquistar espaço em mercados de grande escala dos termoformados.”

 

Para Castro, a injeção vai dominar apenas o segmento das especialidades, como os potes de sorvetes e os projetos de maior valor agregado que integrem tampa com lacre e design e impressão diferenciados. “A termoformagem no Brasil conta com um parque industrial grande, forte e estruturado que não deixa nada a desejar em relação ao europeu ou americano.” Acredita ainda que os dois processos tornem-se cada vez mais complementares nas grandes indústrias. Por apostar nessa estratégia, a Fibrasa, depois de atuar 28 anos exclusivamente com termoformação, inaugurou este ano uma linha de injetados. “Vamos oferecer a melhor solução para o cliente.”

A empresa investiu US$ 3,5 milhões na ampliação do parque de termoformados, com o lançamento das embalagens retangulares, e na introdução do processo de injeção de ciclo rápido e convencional. Com isso, Castro estima um crescimento de 20% já em 2000. Até o final do ano, a Fibrasa estará capacitada para produzir aproximadamente 8 mil t/ano de termoformados, contra as 6 mil t/a atuais e 1.400 t/ano de injetados. “Somos a única indústria de termoformagem certificada pela ISO 9000”, garante.

A empresa mantém em segredo alguns dos projetos em desenvolvimento. Em ciclo rápido, já produz tampas para frascos de temperos com lacre, geléia e requeijão, e anuncia para agosto novidades na linha de queijos frescos. “As tampas injetadas são produzidas em 14 cores, uma variedade difícil de se obter com o termoformado.” Em injeção convencional tem investido no segmento de baldes industriais em polietileno, principalmente para o mercado de tintas. “Até meados de 2001 a linha de baldes estará completa”, argumenta.

Cuca Jorge
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Guimarães: " consumo de PET deve crescer 10% em 2000"

 

Sopro de PET — Em 1999, o Brasil consumiu 295 mil t de PET, 13% a mais que no ano anterior. Para 2000, estima-se um crescimento de pelo menos 10%. Desse total, mais de 95% seguem para o mercado de bebidas, em especial o de refrigerantes, de acordo com números divulgados pelo gerente de marketing e planejamento da Rhodia-Ster Leandro Fraga Guimarães. Porém, o consumo da resina já começou a crescer em outros segmentos, como o de potes de boca larga soprados, além de produtos termoformados. Não só pelas características do material, como resistência, brilho e transparência, mas também motivado pelo preço, em torno de US$ 1,35 o quilo.

 

De olho nessas vantagens, há dois anos a Bandeirante investiu US$ 700 mil no mercado de PET e introduziu uma nova série de produtos. Para os próximos dois anos, pretende aplicar mais US$ 500 mil na produção e apresentar outras novidades. Antes da reestruturação, a empresa injetava caixas de PS para doces e chocolates, garrafas de PE para suco e potes de PVC também para a indústria de alimentos, produtos ainda em linha. O primeiro desenvolvimento em PET foram os potes de boca larga, acima de 60 mm, para os mercados de doces, entre outros, além de artigos de utilidade doméstica com tampa em PP.

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Frascos termoformados recebem tampa com lacre 

 

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