INJETORASNa opinião de Scherer, o evento sempre rendeu resultados positivos para os fabricantes de injetoras. A edição de 2000, com o auxilio da queda nas taxas de juros, proporcionou ao setor de transformação maior poder de compra, diz ele. O aquecimento do mercado, segundo o gerente de vendas da Jasot, começou em São Paulo, no segundo semestre de 1999. Porém, as vendas na região permaneceram retraídas no início do ano. Em 2000, o segmento calçadista do Rio Grande do Sul apresentou os primeiros sinais de reação.
A linha de produtos da empresa inclui ainda injetoras de termoplásticos, entre 25 t e 5.500 t de força de fechamento, e máquinas sem colunas de 25 t a 600 t e a partir de 700 t com duas placas (sem placa mancal). Desde 1991, já instalamos 430 unidades de diversos portes no Brasil. Em 1999, a Engel vendeu 53 máquinas no mercado nacional. Esperamos crescer entre 10% e 20% este ano, avalia Buschle.
Em molde de uma cavidade injetou pranchetas de poliestireno (PS), obtendo ciclos de 22 segundos. Trata-se de uma peça de parede grossa, com aproximadamente 4 mm de espessura. Além disso, o sistema in mold label também acrescenta alguns segundos ao ciclo. De acordo com Baksa, existem alguns projetos de automação com rotulagem no molde, porém nenhum concretizado. É um mercado em desenvolvimento, avalia. O processo, na opinião dele, adequa-se principalmente a produtos promocionais, baldes industrias, potes de sorvete e embalagens de produtos alimentícios em geral. Já na Brasilpack, a Sandretto optou por demonstrar a injetora para ciclo rápido da Série Mach com 380 t de força de fechamento. A máquina rodou com PP, injetando pote de 350 ml e 0,35 mm de parede, e obteve ciclos de 3.8 segundos. Segundo Baksa, 20 injetoras da Série Mach, importadas da Itália, já foram instaladas no Brasil. Outra novidade apresentada pela Sandretto recentemente é a Série Nove, cujo projeto deve ser nacionalizado em breve. Depois de lançar na K98 a injetora elétrica, modelo EL-EXIS S, para ciclo rápido, a Demag Ergotech promete para a NPE outras novidades nessa linha de produtos. Trata-se de um novo modelo de injetora elétrica de ciclo convencional para peças técnicas, adianta o gerente geral da filial brasileira, Udo Löhken. Entre as principais características, a nova EL-EXIS garante reduzir o consumo de energia elétrica e o nível de ruído.
Reestruturação O fim do acordo técnico-comercial com a Uniloy-Milacron, companhia pertencente ao grupo norte-americano Milacron, resultou na saída da Semeraro, de São Paulo, do mercado de sopradoras. A empresa deixa de fabricar máquinas para fornecer componentes usinados e pré-montados, tendo como clientes a Sandretto, antiga parceira na fabricação de injetoras, e a Tecnoinjet, de São Paulo, responsável, a partir de maio, pela produção das sopradoras.
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