INJETORASRECUPERAÇÃO É LENTA MAS ANIMA
FABRICANTES
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| Cuca Jorge | Composta por modelos de 150, 220, 300, 450 e 600 toneladas de força de fechamento, a série Velox incorpora, entre outras tecnologias, unidade de injeção comandada por servo-válvula, acumulador de pressão (alta pressão de injeção, acima de 2.200 bar), rosca de plastificação (L/D 23 a 25:1) com perfil geométrico especial, bomba de vazão variável e deslocamento da placa móvel por meio de sistema regenerativo, ou seja, o óleo retorna para o avanço e não para o tanque como ocorre nos processos convencionais, de acordo com informações fornecidas pelo diretor da empresa, Giordano Romi. |
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Na Mecânica, a Romi optou por demonstrar a
Velox 300. A máquina injetou um cesto com capacidade para 6 litros, em polipropileno
(PP). A peça com 150 gramas, confeccionada em molde de uma cavidade, foi produzida em
ciclos de 6.5 segundos.
Fabricação local Nos últimos anos, no entanto, o mercado de
injetoras de pequeno e médio portes tornaram-se os mais disputados, atraindo inclusive a
atenção dos grandes fabricantes mundiais. Hoje o mercado brasileiro conta com pelo menos
cinco fabricantes nacionais: a Himaco e a Jasot, de Novo Hamburgo-RS; a Oriente, de São
Paulo; a Sandretto, de Arujá-SP; e a Romi, que concorrem com representações de diversos
países. Na disputa pela liderança nacional de máquinas de pequeno porte, a Himaco
produz três linhas de injetoras LHS (Linha Himaco Standart); LH (Linha Himaco); e
HNG (Himaco Nova Geração), totalizando 15 modelos, com forças de fechamento entre 80 t
e 450 t.
| Na feira da Mecânica, a empresa expôs dois modelos, a Rapid 1500-810 HNG, com 150 t de força de fechamento e 810 cm3 de volume de injeção; e a LHS 500-120. Na primeira, confeccionou um pote em PP, obtendo ciclos de 14 segundos, e na outra, a tampa para o recipiente, com o mesmo material, em 7 segundos. Os dois modelos, no entanto, foram apresentados com atualizações tecnológicas, de acordo com o responsável pela área de vendas Cristian Heinen. | Cuca Jorge |
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A Rapid 1500-810 possui 40 memórias de molde, 6 estágios de fechamento, 3 estágios de abertura, 7 velocidades de injeção e comando Atos CLP 4.004, além de controle de temperatura do óleo, controle estatístico do processo e interface paralela. A inserção da bomba hidráulica no tanque de óleo reduziu o nível de ruído, tornando o modelo mais silencioso.
Cuca Jorge |
Já a injetora horizontal LHS 500-120 passa a contar com 3 velocidades de injeção, 29 memórias de arquivo de moldes, tempos de supervisão, 4 estágios de fechamento e 2 estágios de abertura. A Himaco conseguiu agregar ao seu produto mais simples, alto grau de sofisticação, avalia Heinen. As mudanças, segundo ele, tornaram a máquina mais versátil, inclusive para automação das linhas de produção. Permitiram ainda ampliar a participação da empresa no segmento de peças técnicas, estima. |
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Em 1999, a Himaco vendeu 297 injetoras, contra 222 unidades comercializadas no ano anterior. A meta para 2000 prevê um crescimento de pelo menos 30%, elevando o volume de vendas para aproximadamente 400 máquinas, afirma Heinen. Na Mecânica, foram vendidas 31 injetoras. A parceria firmada com a Boncred Leasing garantiu aos clientes da Himaco financiamento com juros de 0,99% ao mês. O incremento das exportações faz parte dos projetos da empresa, que já vende para o México, Bolívia, Venezuela, Uruguai e Argentina, e vai expor na próxima NPE, em Chicago, EUA, em junho, e também na K2001, em Düsseldorf, Alemanha. Atualmente 75% da produção da empresa segue para o Estado de São Paulo.
| Borracha A Jasot também reservou novidades para a feira. Expôs a nova IJ 450-160, com 160 t de força de fechamento e 450 g de volume de injeção, e divulgou o lançamento da injetora de borracha, série IJE. A unidade de 160 t chega como uma opção intermediária entre os modelos de 120 e 300 t. O principal destaque refere-se ao espaço entre colunas, 413 x 413 mm e curso de abertura de 375 mm, explica o gerente de vendas da filial paulista, Cleber Scherer. Na feira, a máquina produziu, em molde de uma cavidade, fruteira de poliestireno cristal, obtendo ciclos de 15 segundos. Em condições normais de produção, o ciclo pode ser bastante reduzido. | Cuca Jorge |
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| Cuca Jorge | Na linha para borracha, lançou os modelos de 130 a 220 t de força de fechamento, com volumes de injeção entre 300 e 800 gramas. Incorpora comandos Solaris ou Atos, com válvula proporcional de pressão e vazão e régua potenciométrica. Segundo Scherer, seis exemplares já foram vendidos para o transformador de autopeças Novosul, de Novo Hamburgo -RS. A Jasot também fabrica injetoras rotativas para o mercado de solados, com capacidade produtiva de 20 unidades/mês no geral. |
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No ano passado, vendeu 170 máquinas entre todos os modelos da linha. Esperamos encerrar 2000 com 220 máquinas comercializadas, prevê. De acordo Scherer, os resultados obtidos com a Mecânica são um bom indício de que as cifras serão alcançadas. Vendemos 28 máquinas de 120 a 180 t de força de fechamento para o segmentos de utilidades domésticas, autopeças, cosméticos e brinquedos, entre outros, inclusive para clientes do Paraguai e Argentina. Além desses países, a Jasot também já exportou para a Bolívia, Chile, Venezuela, Paraguai, Equador, Colômbia e Peru.