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EVA – Para Regina, o EVA da Triunfo é bem valorizado no mercado de alimentos. “Só concorre com os importados”, assegura. Os filmes de EVA são usados para embalar queijos, carnes, produtos de geladeira, enfim. A empresa fechou o semestre com 3.700 toneladas de EVA vendidas no mercado doméstico. Com produção da ordem de 8.000 t/ano, não atua no mercado externo nessa área.
Os três principais mercados para o EVA são os calçados (solados), filmes e adesivos (hot melt). O foco da Triunfo são os filmes. De acordo com Regina, trata-se de decisão estratégica, pois os investimentos necessários à produção das outras variedades não se justificam. No caso do mercado de filmes, o EVA propicia resistência a baixas temperaturas e também melhora a soldabilidade, explica a diretora.
PEBDL e PEAD – Também produtora de PEAD, PEBDL e PEBD, a Politeno soma capacidade atual da ordem de 360 mil toneladas anuais, das quais cerca de 145.000 t de PEBD/EVA, e o restante de PEAD/PELBD, polimerizados em unidade multipropósito. Os planos da empresa contemplam investimentos da ordem US$ 25 milhões para elevar a atual capacidade para 400 mil toneladas anuais nos próximos anos. “A expectativa a partir do próximo semestre é que o cenário econômico propicie maior retorno no consumo dos plásticos e aumento dos investimentos”, pondera.
Diversos segmentos impulsionaram o mercado dos polietilenos na opinião do diretor, mas os destaques foram as especialidades, como filmes de alto desempenho processados com resinas à base de octeno, e também produtos rotomoldados para a agroindústria. A evolução do turismo promete impulsionar o mercado em produtos como caiaques, pedalinhos, barcos e outros itens de competição e lazer, acredita Viveiros. “No segmento de brinquedos, observa-se uma grande diversificação nas aplicações, como playgrounds, mesas e cadeiras, cavalinhos e uma série de opcionais infantis têm conquistado mercado e se mostrado como diferencial para o setor”, ressalta.
A nova resina, já aditivada com deslizante, propicia maior facilidade na abertura e fechamento das tampas. Além disso, rompe o lacre sem danificar a tampa no momento da abertura. O fabricante assegura que a IJ-33 D também facilita o preenchimento de moldes complexos. Viveiros destaca ainda os grades IH-57, polietileno de alta densidade para produção de tampas de garrafas de PET, e as resinas IF-33 e IG-58, de alta fluidez para injeção. “São os mais recentes lançamentos, aprovados com sucesso pelo mercado”, assegura. |
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