Máquinas e Equipamentos

26 de janeiro de 2017

Resfriamento: Setor projeta vendas maiores em 2017

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Publicado por: Antonio Carlos Santomauro
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    De maneira geral, representantes dos fabricantes de sistemas para resfriamento da água projetam para 2017 um mercado mais aquecido do que o verificado em 2016. Porém, há divergências quanto à intensidade dessa recuperação.

    Para Bassani, da Körper, no próximo ano o mercado estará “bem mais aquecido”, e sua empresa poderá registrar crescimento de pelo menos 20%. “Nos últimos dois meses, observamos aumento na quantidade de consultas, e retomada de alguns projetos”, relata. “Este ano, até por atuarmos em vários mercados, estamos conseguindo realizar um volume de negócios um pouco superior ao de 2015, mas está sendo um ano bem difícil”, complementa Bassani.

    Na Apema, diz Matos, no primeiro semestre o volume de negócios foi até superior ao inicialmente previsto, e se esperava um aquecimento do mercado na segunda metade do ano, mas essa perspectiva não se concretizou. “A indústria automobilística prossegue em uma conjuntura difícil e ela é uma das grandes propulsoras dos negócios da indústria do plástico”, justifica. “No total deste ano, deveremos registrar um volume de negócios entre 5% e 10% superior ao de 2015”, acrescenta Matos.

    Na Refrisat, o volume de negócios no decorrer deste ano deve ser muito similar ao de 2015. “Percebemos, porém, aumento no número de consultas nos últimos meses e a expectativa é de aquecimento para o próximo ano, principalmente a partir de abril”, pondera Jaqueline.

    Estabilidade na realização de negócios no decorrer de 2016, comparativamente a 2015, é prevista também na Aquatech. “Mas o mercado já começou a se aquecer: a demanda por chillers, por exemplo, cresceu bastante. E sinto que se aquecerá ainda mais nos próximos meses”, observa Prado.

    Ele conta que na mais recente edição da Feira K – realizada em outubro na cidade alemã de Dusseldorf –, o grupo Piovan apresentou a versão 4.0 do software Winfactory, que gerencia suas máquinas. “Essa versão já está adequada aos preceitos da indústria 4.0, que requer total integração dos processos, e que na Alemanha será obrigatória a partir de 2020”, ressalta o diretor do grupo.

    Também a Mecalor participou – pela segunda vez consecutiva –, da Feira K, onde exibiu três equipamentos: um chiller de 45 mil kcal/h, um termorregulador e um termochiller duo (solução específica para injetoras, que combina um chiller e dois termorreguladores em uma única unidade). E Zimmaro diz ter ficado até surpreendido, não só com a boa recepção desses produtos quanto com a quantidade de visitantes em seu estande. “Comparando com a edição anterior, tivemos três a quatro vezes mais visitantes”, diz. “Entre os visitantes havia muitos brasileiros e representantes de outros países latino-americanos”, acrescenta.

    Participando da K, a Mecalor busca ampliar suas vendas para o exterior, que já respondem por cerca de 10% do faturamento da empresa. Este ano, a empresa está conseguindo atingir sua meta de ter um pequeno crescimento sobre 2015. “Para 2017, imaginamos um ano difícil, talvez com algum crescimento, porém também pequeno”, finaliza o representante da Mecalor.



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