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6 de outubro de 2015

Reciclagem: Usuário aprova triagem óptica

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    Usar equipamentos que facilitem a triagem proporciona ótimo retorno. A opinião é de Ricardo Rogério, diretor comercial da Clodam, empresa atuante há dez anos no mercado. Especializada na produção de granulados de polímero PET reciclado, ela tem fábricas em Diadema-SP (duas plantas), Osasco-SP e Maceió-AL. Processa aproximadamente mil toneladas mensais do insumo, destinado à produção de embalagens rígidas e flexíveis, fibras têxteis, mantas, fitossanitários, cerdas, peças injetadas e outras aplicações.

    Um dos investimentos em automatização feitos pela empresa foi a aquisição de um leitor óptico, hoje instalado em uma planta em Diadema. “Nós a compramos há mais ou menos um ano”. Antes disso, a separação era feita de forma manual. “Os fardos de material separado eram abertos, colocados na esteira e os nossos funcionários retiravam os contaminantes e as peças feitas de outras resinas. Também separavam as peças de PET pela cor”. Hoje, o serviço é realizado pelo equipamento.

    “A máquina realmente traz bons resultados”, garante o diretor comercial. O aumento de produtividade, de acordo com ele, chega a ser de 100% em determinados períodos. Também houve melhora na qualidade do material produzido. “Na operação manual é impossível fazer a separação de forma uniforme, ocorre variação”. Ele também ressalta que o equipamento não gerou desemprego. “As pessoas que trabalhavam na seleção de materiais foram realocadas para outros serviços”. Com as vantagens, a empresa está enfrentando as dificuldades econômicas deste ano com maior facilidade. “Mas a situação não está fácil”, adverte.



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