Plástico

22 de novembro de 2012

Porta-molde e câmara quente

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Publicado por: Antonio Carlos Santomauro
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    Fabricante de porta-moldes e câmaras quentes, entre outros componentes, a Polimold registrará este ano, diz Alexandre Fix, desempenho muito similar àquele verificado na indústria de moldes: ruim no primeiro semestre e com melhora acentuada na segunda metade. “No decorrer do ano teremos um índice pequeno de crescimento, cerca de 2% a 3%”, projeta Fix.

    Já a Miranda, relata o diretor comercial José de Oliveira Miranda Neto, no segmento dos porta-moldes obterá este ano faturamento até

    Plástico, Porta-molde e câmara quente

    De acordo com Fix, mercado terá expansão abaixo de 5% neste ano

    um pouco inferior àquele auferido em 2011: “Este foi um ano bem mais fraco, tanto pelo fato de a conjuntura econômica ter sido menos favorável como também em razão de as montadoras, nosso principal mercado, após lançarem muitos modelos no ano passado, terem diminuído bastante seus lançamentos.”

    A produção de moldes gera atualmente algo entre 30% e 40% dos negócios da Miranda, que atua também como estamparia. “Este ano investimos mais na área do estampo, na qual passamos a atuar com novas tecnologias, como cilindro de nitrogênio”, detalha Miranda Neto. “E creio em melhoria no ambiente de negócios em 2013, seja porque a economia do país deve retomar uma trajetória ascendente, ou por conta dos planos do governo, como o pacote de estímulo à produção de automóveis no Brasil”, ele acrescenta.

    E na Tecnoserv, afirma o diretor técnico Wilson Teixeira, este ano crescerão muito pouco os negócios com porta-moldes. Em compensação, essa mesma empresa deve registrar crescimento de aproximadamente 15%, relativamente a 2011, no negócio de produção de câmaras quentes. Por que tal descompasso entre esses dois segmentos? “Creio que, quando a situação está mais difícil e as ferramentarias têm maior ociosidade, elas passam a produzir internamente os porta-moldes. Seguem, porém, comprando as câmaras quentes, assim como acessórios, segmento no qual nossos negócios devem este ano elevar-se cerca de 20%”, responde Teixeira.

    Focada nos fornecedores de moldes para embalagens, além de tampas, eletroeletrônicos, linha branca, brinquedos, descartáveis de parede fina e utilidades domésticas, a Tecnoserv tem hoje 64 funcionários, e planta industrial instalada no município paulista de Diadema. A companhia também é representante no Brasil dos acessórios para moldes e ferramentas de estampo da marca alemã Strack Normalien e dos sistemas de câmara quente da neozelandesa Mastip Technology.

    No decorrer de 2012, conta Teixeira, a empresa adquiriu um novo torno e um novo centro de usinagem. “Meu interesse com esses investimentos é principalmente reduzir custos e aumentar a produtividade, medidas fundamentais para o combate aos importados”, justifica o diretor da Tecnoserv.

    Ele afirma estar otimista com as perspectivas já visualizadas para 2013: “Este ano houve turbulências nos meses iniciais, mas depois surgiram sinais muito animadores, e já na primeira semana deste mês de novembro teremos produzido tantas câmaras quentes quanto produzimos em todo o ano passado”, conta Teixeira.



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      Um Comentário


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