Máquinas e Equipamentos

6 de dezembro de 2013

Periféricos: Novidades prometem aos usuários maior produtividade e menor consumo energético

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Publicado por: Maria Aparecida de Sino Reto
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    Plástico Moderno, Periféricos: Novidades prometem aos usuários maior produtividade e menor consumo energético
    Texto de Maria Aparecida de Sino Reto e Antonio Carlos Santomauro – Fotos divulgação

    Com a indústria de transformação de plástico atravessando sérias dificuldades para competir com os seus concorrentes estrangeiros, tanto dentro como fora do país, seria uma boa estratégia investir em equipamentos periféricos, sinônimo de maior produtividade e redução de custos de matéria-prima, de energia elétrica e também de mão de obra. Mas, com a retração econômica, as rédeas andaram curtas e poucos fornecedores conseguiram obter crescimento significativo nos negócios, na primeira metade do ano.

    Plástico Moderno, Santos aponta na alta precisão o ponto forte dos equipamentos

    Santos aponta na alta precisão o ponto forte dos equipamentos

    Renomada nacional e internacionalmente, a Piovan acusou bom desempenho em sistemas de dosagem e controladores de temperatura, tais como termocontroladores para moldes, que surpreenderam positivamente as vendas no primeiro semestre do ano. Mas, no geral, Ricardo Prado Santos, vice-presidente para a América do Sul, aguarda resultados entre um empate e crescimento de 5% em relação a 2012.

    Sistemas de alimentação, desumidificação e refrigeração consistem nos principais equipamentos comercializados pela empresa, felicitada com a ampla aceitação das novidades introduzidas recentemente no mercado, como os termocontroladores desenhados com troca direta, da linha TMW. Como explica Prado, o equipamento foi projetado para atender às exigências das aplicações com altas vazões e elevadas pressões, além dos usos convencionais. Econômico, em termos de investimento, o equipamento é agraciado com uma alta precisão, de ± 0,4oC, e gera um mínimo de consumo de energia. O vice-presidente atribui a eficiência energética do termocontrolador ao motor e à bomba de alto rendimento, a ele incorporados.

    Em dosagem, duas novidades cativaram o seu público-alvo. O pequeno dosador por rosca, com sistema gravimétrico por perda de peso, modelo Lybra G, confere ao seu usuário alta precisão e assegura economia de aditivos. Como explica Prado, o controle do consumo da matéria-prima do máster se efetua por células de carga e perda de peso.  “Permite trabalho bem próximo do limite inferior.”

    Plástico Moderno, Termocontroladores da linha TMW operam com um mínimo de energia

    Termocontroladores da linha TMW operam com um mínimo de energia

    O outro é o novo dosador gravimétrico da série MDW, que chegou ao mercado como um modelo de capacidade intermediária, até 150 kg/h e seis componentes. Prado imputa ao equipamento alta precisão e custo mais atrativo, além de vários diferenciais. Segundo informa, todo o controle de nível do misturador é feito por célula de carga por perda de peso. Como maior vantagem, ele aponta o fato de dispensar regulagem e limpeza do sensor de nível. Ademais, toda a pesagem está montada sobre estrutura com amortecimento, sinônimo de estabilidade mesmo na presença de vibrações.  “O que garante alta precisão”, ressalta.

    Outro lançamento fica por conta da família DPA de desumidificadores para resinas, por ar comprimido. Seu projeto, explica Prado, elimina diversos componentes, o que se traduz em uma operação com menor consumo energético. Também atraente em termos de investimento, o periférico está começando a ser montado em linha na Piovan e destina-se a aplicações de pequenas capacidades: desde 0,5 kg/h até 10 kg/h.

    Além de agregar produtos novos, a Piovan aprimorou equipamentos, como a adoção do sistema multifunil de desumidificação, com layout mecânico e controles que promovem uma melhora no desempenho energético. Outra opção, denominada Módula, disponibiliza bomba de vazão variável:  “Consegue adequar as vazões de ar e consumo energético em cada funil”, pormenoriza Prado. No entender dele, trata-se de uma solução de altíssimo rendimento com tecnologia de última geração.

    A fabricante também revisou duas linhas de chiller. O vice-presidente conta que aumentou o rendimento e a confiabilidade e diminuiu os custos da série de minichillers. A família CA, de equipamentos de grande porte, está na reta final da sua revisão, efetuada com o propósito de aprimorar os seus recursos e garantir melhor rendimento.

    Com investimentos recentes dispensados à ampliação da fábrica, expandida em 1.500 m2 no primeiro semestre deste ano, para atender ao aumento da demanda de chillers de grande porte e drycoolers, a empresa agora aposta em melhorias internas e de processo.


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