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13 de junho de 2009

Notícias – Tigre lança tubulação de CPVC de combate ao fogo

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Publicado por: Fernando C. de Castro
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    Um gigante da transformação de termoplásticos do país, o grupo Tigre, sediado em Joinville, em Santa Catarina, processa mais de 400 mil toneladas por ano, quase a metade do consumo aparente de resinas do estado em que está localizado, embora esse volume contemple as dezenas de unidades da corporação espalhadas pelo país. Uma das diretrizes internas da Tigre, por exemplo, é a de que a área de desenvolvimento precisa entregar pelo menos um projeto novo por dia a ser avaliado pela cúpula da empresa.

    Entre os últimos lançamentos da Tigre, as meninas-dos-olhos são as tubulações, conexões, peças e componentes para a construção de sistemas de combate a incêndio com marca comercial TigreFire, produto fabricado com um composto especial à base do termoplástico CPVC (policloreto de vinila clorado), amplamente utilizado no mercado norte-americano, para esta aplicação, há mais de vinte anos.

    Trata-se da última palavra em tecnologia de ponta em sistemas de resistência a fogo. Por isso, foi escolhido pela empresa de engenharia responsável pela construção da nova Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Sírio-Libanês, do Hospital Santa Helena e do Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu.

    No caso do Sírio-Libanês, o TigreFire foi instalado numa área aproximada de dois mil metros quadrados, abrigando 40 novos leitos da UTI. “A opção pelo TigreFire se deu principalmente pela falta de espaço para utilização de ferramentas na instalação de outros sistemas”, explica o engenheiro Edson dos Santos, da Instaladora QualiEng.

    Pioneira em inovações para sistemas prediais, de infraestrutura e irrigação, a Tigre já expande em todo o Brasil sua nova e eficiente solução para a condução de água em sistemas de sprinkler – chuveiros automáticos –, para proteção e combate a incêndios. O TigreFire vem sendo acolhido em importantes projetos do país porque oferece segurança, facilidade na instalação e durabilidade superior aos sistemas tradicionais.

    Seu desempenho é avalizado por companhias de seguros do mundo inteiro. Testes realizados nos laboratórios do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) comprovaram a resistência do material, que obedece a todas as exigências da Norma Brasileira de Proteção contra Incêndio por Chuveiro Automático (NBR 10897). O TigreFire teve sua prova final no teste de exposição ao fogo: exposto a chamas, não sofreu avarias nem redução em nenhuma de suas propriedades mecânicas.

    Com instalação simplificada pelo sistema soldável de juntas, facilidade de transporte e manuseio, o TigreFire proporciona rapidez e eficiência na instalação da rede de chuveiros automáticos, permitindo uma redução no tempo total de execução da obra.

    Além do uso recomendado em obras novas pela redução no tempo de entrega do empreendimento, a aplicação em retrofits (adequação da infraestrutura interna do prédio às necessidades e requisitos atuais) também é indicada, por não requerer o uso de maçaricos nem a confecção de roscas. Líder do mercado brasileiro de tubos, conexões e acessórios, o grupo aumentou sua capacidade de produção em cerca de 30%, com a ampliação e inauguração de novas fábricas, no Brasil e no exterior.

    A multinacional brasileira consolidou sua presença na América Latina, com a aquisição de uma empresa no Peru, uma segunda unidade nos Estados Unidos e a construção de duas novas unidades no exterior (Equador e Colômbia). Foram investidos US$ 70 milhões em desenvolvimento de novos produtos, aumento de capacidade e atualização tecnológica. No ano passado, a Tigre lançou uma nova marca, a Plena, de acessórios para a construção civil, com fábrica localizada estrategicamente em Pouso Alegre, Minas Gerais, gerando cerca de 350 empregos diretos. A expectativa de faturamento é de R$ 85 milhões em 2009.

    As unidades externas mais representativas são as do Chile e Argentina, países em que a Tigre também é líder no segmento de tubos e conexões, como ocorre no Brasil. “Temos uma companhia sólida, estável, preparada para enfrentar todo o tipo de turbulência que o mercado apresentar. Ao longo da história, convivemos com crises em quase todos os anos e estamos aqui, mais fortes do que nunca”, avalia o presidente Amaury Olsen.

    A empresa conta com 5.200 funcionários, sendo quatro mil nas unidades fabris em Joinville, Rio Claro e Indaiatuba (ambas em São Paulo), Camaçari-BA, Pouso Alegre e Castro-PR. Está presente em cerca de 40 países e tem unidades externas na Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Equador, Estados Unidos, Peru e Colômbia.

    Em 2009, o grupo Tigre programa investimentos de cerca de US$ 60 milhões no desenvolvimento de novos produtos e inovações nos processos e nas soluções para as linhas predial, de infraestrutura e de irrigação. Os investimentos não contemplam possíveis aquisições, mas a empresa planeja aumentar sua participação no México, na América Central e na Colômbia.

    “No Brasil, com a manutenção de crédito imobiliário e a expansão da habitação popular e da infraestrutura, também esperamos crescer”, ressalta o vice-presidente da Tigre, Evaldo Dreher, afirmando que as expectativas para o setor de construção civil são positivas. Neste ano, a companhia inaugura uma nova fábrica no Brasil, em Pernambuco, e duas no exterior, uma no Uruguai, em Montevidéu, e outra na Argentina, na região do Chaco, na cidade de Resistência.

    A expectativa de crescimento da Tigre em 2009 é de 6% no mercado interno, dono de uma fatia de 75% do faturamento da companhia. O objetivo até 2011 é fazer com que 30% das vendas sejam resultado das unidades externas e exportações.

     

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