Plástico

8 de agosto de 2008

Notícias – Petroquímica do ABC prepara parada geral

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Publicado por: Maria Aparecida de Sino Reto
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    O pólo petroquímico do Grande ABC, em São Paulo, interromperá a sua produção de 22 de agosto a 6 de outubro para manutenção programada, efetuada a cada seis anos, para atender à Norma Regulamentadora-13, do Ministério do Trabalho e Emprego. Esta, a 16ª de sua história, será das mais complexas porque também embute a ampliação de capacidade da maioria das indústrias petroquímicas da região.

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    Unidade Quattor recebe investimentos para elevar produção

    Durante esses 45 dias, sete empresas aproveitarão para executar ou finalizar interligações de dutos como parte do processo de expansão de capacidade produtiva, iniciado em 2007, com aporte da ordem de US$ 1,2 bilhão, programado até 2010. A ex-PqU, agora unidade químicos básicos ABC, da recém-criada Quattor, planeja inaugurar nova unidade produtiva e, na parada, integrá-la ao restante da planta. Igual procedimento ocorrerá com as empresas da Quattor: a unidade polietileno ABC (antiga Polietilenos União), a unidade polipropileno ABC (ex-Suzano Petroquímica), a outra unidade químicos básicos ABC (a ex-Unipar divisão química) e também as empresas Solvay Indupa, Oxiteno e Cabot.

    Na ex-PqU, um novo forno alimentado com gás de refinaria vai aumentar a produção de eteno de 500 mil para 700 mil toneladas anuais. A obra envolve a construção de um duto de 97 quilômetros, com capacidade para transportar até 1 milhão de m³ de gás por dia das refinarias da Petrobras em São José dos Campos e Mauá para a central de matérias-primas.

    Com o gás de refinaria, a unidade polietileno ABC da Quattor ampliará sua linha de produtos e elevará a atual produção de 170 mil toneladas anuais de polietilenos para 350 mil toneladas, com investimentos de US$ 140 milhões. A fábrica de cumeno da Quattor, inserida na unidade químicos básicos ABC, passará a usar catalisador de zeólitas, em substituição ao SPA atual. Essa unidade terá capacidade ampliada de 210 mil para 310 mil t/ano, ao custo de US$ 100 milhões. A unidade polipropileno ABC recebe investimentos de US$ 42 milhões, revertidos no aumento de capacidade produtiva de 360 mil para 450 mil toneladas anuais.

    Os recursos estimados em US$ 150 milhões injetados pela Solvay Indupa resultarão no aumento da capacidade produtiva e na modernização de suas unidades de PVC e soda cáustica, além de permitir à empresa ampliar o seu mix de produtos para acompanhar a evolução do mercado sul-americano.

    A Oxiteno vai aumentar a capacidade de produção de isetionato de sódio e produtos etoxilados. Investimentos da ordem de US$ 90 milhões contemplam a expansão da unidade de óxido de eteno, elevado para 112 mil toneladas anuais.

     



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