Plástico

27 de setembro de 2011

Notícias – Município gaúcho lança parada de ônibus ecológica

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Publicado por: Fernando C. de Castro
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    A prefeitura de Estância Velha-RS, município a cinquenta quilômetros de Porto Alegre, localizado no Vale do Rio dos Sinos, região produtora de calçados no Rio Grande do Sul, lançou projeto de paradas de ônibus ecológicas, por meio de uma parceria entre as empresas Suzuki Recicladora e Braskem. O objetivo da iniciativa é substituir as paradas atuais por novas estruturas produzidas com madeira plástica, elaboradas com resíduos plásticos reciclados.

    Plástico Moderno, Notícias - Município gaúcho lança parada de ônibus ecológica

    Moagem de resinas pós-uso origina paradas de ônibus em Estância Velha

    Conforme o secretário do Meio Ambiente e Preservação Ecológica, Claudenir dos Santos, a cidade produz diariamente cerca de duas toneladas de lixo plástico, o suficiente para confeccionar uma parada, acrescentando que desta forma o lixo passará a ser insumo que reverterá em benefícios para a população da cidade.

    De acordo com o gerente da Suzuki Recicladora, Hiruaki Kobaiashi, as estruturas serão fabricadas em duas dimensões: a menor, com duas toneladas de resíduos e a maior, com três toneladas. Ele acredita que uma vez implantado o processo de fabricação das paradas ecológicas, cada unidade do produto deverá ficar pronta em um dia.

    As novas estruturas das paradas de ônibus terão aspecto colonial como forma de valorizar a paisagem da cidade, de colonização alemã, que pertence à Rota Romântica. Estância Velha conta com 500 paradas de ônibus, das quais 200 têm equipamento construído. Conforme o secretário Claudenir dos Santos, o processo de elaboração das paradas pode ser feito por todo e qualquer tipo de plástico, tanto residencial como industrial.

    Trata-se de usar como matéria-prima resíduos sem valor comercial, com elevado potencial poluidor, caso seu descarte não ocorra de maneira adequada. O material pode ser composto por sacolas plásticas, sacos plásticos, carcaça de computadores, potes de alimentos, embalagens longa vida, entre outros. Com base na tamanha diversidade de material plástico, é realizada uma classificação por tipo de plástico, a fim de determinar a qualidade final do produto a ser fabricado. O técnico garante que neste caso pode ocorrer um composto de diversas resinas, o que barateia o processo.Plástico Moderno, Notícias - Município gaúcho lança parada de ônibus ecológica

    Claudenir dos Santos destaca que depois de classificado, os plásticos são colocados em um moinho onde ocorre a fragmentação do material em pequenas partículas. Após moídos, os plásticos passam por um equipamento que realiza um choque térmico, capaz de torná-los maleáveis – etapa necessária para sua posterior fundição. Mais adiante, segundo o secretário do Meio Ambiente, os plásticos picados e processados, então, entram numa máquina que realiza a fundição. O equipamento não emite fumaça e injeta o material fundido em formas imersas em água, para a consolidação de ripas que medem dez centímetros de largura por 1 metro e 90 centímetros, com espessura de 2,5 centímetros. O tempo de resfriamento é de 15 minutos.

    Depois de prontas, as ripas seguem para o setor de corte, onde passam por um processo a fim de dimensioná-las de acordo com o que se pretende fabricar. Nesta etapa também são criados os detalhes para encaixe das peças, pois é desta forma que a montagem acontece.

    Em paralelo à troca das paradas de ônibus, a prefeitura de Estância Velha pretende desenvolver um projeto com os alunos matriculados na rede municipal e suas famílias. Para isso será feita uma campanha de arrecadação de lixo formado por materiais plásticos diversos. Os alunos levarão para a escola os resíduos a serem usados no processo de fabricação das paradas.

    A iniciativa visa a formar uma geração de cidadãos que entenda a importância da reciclagem do plástico para a preservação da natureza. Apesar de a Braskem ter sido a parceira inicial para a aquisição de tecnologia, a prefeitura da Estância Velha não firmou contrato de exclusividade com a empresa, podendo buscar outros fornecedores, desde que consigam produzir os materiais dentro das normas técnicas especificadas.

    Novo painel opera com baixo consumo energético

    Fornecedora de plataformas integradas e serviços de integração, a Advantech lança o painel PC Fanless PPC-L158. Segundo o fabricante, trata-se de um sistema de última geração equipado com processador Intel Atom D525 dualcore de 1.8 GHz, adequado para ambientes de automação de máquinas e fabricação de equipamentos. O PPC-L158 é indicado para uso nas linhas de produção, fábricas de componentes químicos e diversos ambientes industriais.

    Considerado pela empresa um dispositivo eco-friendly, o produto demanda baixo consumo energético, entre outros motivos, pelo uso de um backlight de LED em seu painel LCD. Outra vantagem fica por conta da opção para operar no modo de potência elétrica AC ou DC, escolha que pode ser especificada no momento da compra.

    O dispositivo também foi desenvolvido com um controlador especial de energia, em conformidade com a norma do Lote seis da ErP europeia dos produtos relacionados com o consumo de energia (somente Modo DC). Isso significa que o PPC-L158 pode ser colocado em modo standby com baixo consumo de energia. O painel touchscreen possui um acabamento anticorrosão e é resistente a substâncias químicas.

    Segundo a Advantech, o PPC-L158 representa uma nova geração de painel PCs Fanless. Entre os seus principais atributos, oferece o dobro de desempenho em relação aos Panel PCs com processador N270, por conta do novo processador nele inserido; além disso, o PPC-L158 pode auxiliar os clientes na execução de funções mais complexas, com elevado nível de segurança.

    O sistema também possui um modelo de conector pin head com hot swapping, possibilitando ao cliente escolher entre diversas configurações. As opções incluem um slot PCI, slot PCIe, duas portas USB, ou uma porta para impressora. A configuração flexível do PPC-L158 permite a sua correspondência às exigências específicas da aplicação.

    Maria A. S. Reto

     

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