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8 de maio de 2012

Notícias – Multinacional inaugura em São Paulo laboratório para insumos de PA e PU

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    A unidade global de negócios (GBU) Poliamida e Intermediários da Rhodia inaugurou em março na cidade de PaulíniaSP um laboratório para pesquisa e desenvolvimento do ácido adípico e do hexametileno de amina, os dois insumos principais das poliamidas (polímeros, plásticos de engenharia, fios e fibras têxteis e industriais) e do poliuretano. A empresa produz o ácido adípico nas plantas que mantém em Paulínia, na França e na Coreia do Sul. O hexametileno de amina é produzido na França. As substâncias químicas são comercializadas mundialmente pela multinacional, que também as utiliza em suas operações de fabricação de poliamidas. A Rhodia não produz poliuretanos.

    As pesquisas realizadas no novo laboratório serão aplicadas nas linhas de produção que a empresa mantém em todo o

    Plástico, Multinacional inaugura em São Paulo laboratório para insumos de PA e PU

    Equipe pesquisa formulação para desenvolver calçados mais leves e resistentes

    mundo. O objetivo é aproveitar as pesquisas para se chegar a novas aplicações comerciais dos insumos. “Escolhemos construir o laboratório aqui porque o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de calçados, indústria que utiliza grandes volumes de poliuretano”, informa Antonio Sergio Luvizeto, diretor comercial e de marketing da unidade Poliamida e Intermediários. Um número explica a importância do setor para a empresa: a indústria calçadista responde por negócios da ordem de US$ 120 milhões, cerca de 8% do faturamento total da Rhodia em todo o mundo.

    O empreendimento contou com investimento de um milhão de euros, utilizados para a construção do prédio e aquisição dos equipamentos. O laboratório funciona com equipe própria e conta com quatro pesquisadores, sob o comando de Wagner Lourenço, gerente de P&D da empresa. Entre os equipamentos à disposição, um dos destaques é a injetora para o desenvolvimento de espumas de poliuretano. No Brasil, antes de contar com laboratório específico para a operação, a empresa utilizava seu Centro de Pesquisas localizado em Paulínia-SP para realizar os estudos.

    “Vamos desenvolver produtos que atendam aos interesses do mercado, além de usar a estrutura do laboratório para estabelecer parcerias tecnológicas com os clientes”, revela. Um dos primeiros estudos em curso é o do desenvolvimento de uma formulação do poliuretano com baixíssima densidade. “Com a matéria-prima, queremos desenvolver calçados mais leves e resistentes”, explica.



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