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16 de março de 2008

Notícias – México abriga nova subsidiária da Arburg

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Publicado por: Maria Aparecida de Sino Reto
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    A Plastimagen, principal feira mexicana da indústria do plástico, será palco de comemoração para a Arburg pela inauguração de uma nova subsidiária naquele país. A tradicional fabricante alemã de injetoras considera a ocasião do evento o momento mais oportuno para divulgar a estratégia de negócios para o mercado mexicano, bem como a sua ampla linha de produtos e serviços.

    A nova subsidiária terá à disposição dos clientes assistência técnica, peças de reposição para um pronto atendimento, sala de treinamento, além de espaço para demonstrações, testes e orientações aos usuários.

    Plástico Moderno, Notícias - México abriga nova subsidiária da Arburg

    Injetora irá operar com ciclo da ordem de sete segundos

    Êxito mundial, a série de injetoras Allrounder Golden completa a apresentação da Arburg na feira mexicana. Planejada para ser produzida apenas como edição comemorativa no cinqüentenário da empresa, ocorrido em 2006, fez tanto sucesso, em âmbito mundial, que foi mantida em linha.

    A série Golden Edition alcançou esses resultados graças à excelente relação custo/benefício traduzida nos recursos incorporados como padrão – que em outras linhas são disponíveis como opcionais. Todas as injetoras da série são totalmente servocontroladas, contam com duas bombas hidráulicas para movimentos simultâneos e tecnologia patenteada de 12 volts nas válvulas, o que possibilita uma abertura extremamente rápida e aumenta a repetibilidade. Também trazem cilindro e rosca bimetálicos, entre outros recursos. As máquinas embutem alta tecnologia, mas são padronizadas, permitindo oferecer preços bastante competitivos.

    O modelo escolhido para exibição na Plastimagen, a Allrounder 470 C Golden Edition, de 1.500 kN de força de fechamento, estará equipado com molde de 24 cavidades para a produção de peças destinadas à aplicação médica, com ciclo produtivo da ordem de sete segundos.

    Além disso, a empresa fez uma parceria com a Wittmann, cujo estande terá em funcionamento uma injetora Allrounder elétrica demonstrando a operação do processo de rotulagem dentro do molde (in mold labeling – IML). Nesse caso, o ciclo de operação é da ordem de 2,8 segundos, em molde de duas cavidades.

    Trata-se de uma célula produtiva complexa e de operação totalmente automatizada pela Wittmann, provedora também do sistema IML. Os manipuladores se integram à injetora de 2.000 kN, atualmente a de maior porte no leque de equipamentos elétricos ofertados pela Arburg, e providenciam os rótulos, e ainda separam, transferem e os aplicam nos moldes; também removem as peças prontas e as colocam na esteira transportadora.

    A Arburg se insere entre as líderes mundiais na fabricação de injetoras para processamento de plástico com forças de fechamento entre 125 kN e 5.000 kN. A empresa também produz sistemas robóticos e outros periféricos. Sua atuação se espalha por 23 países, por intermédio de subsidiárias, além de contar com parceiros comerciais em mais de 50 países. A produção, porém, é concentrada na fábrica alemã, em Lossburg.

    Braskem atinge recorde histórico de produção

    A Braskem atingiu uma série de objetivos no ano passado. Entre os principais, a integração e consolidação de ativos que conduziram a empresa ao patamar de terceira maior produtora de resinas das Américas. Sua capacidade produtiva atual alcança 2,5 milhões de toneladas anuais de eteno e 3,3 milhões de toneladas anuais de resinas. Em termos de valor, a companhia já se posiciona como a 11ª no ranking global das petroquímicas.

    Os desempenhos industrial e comercial em 2007 também são dignos de comemoração, afinal, a empresa conquistou um recorde histórico de produção de resina, com 2,8 milhões de toneladas, e vendeu, em média, 8% mais resinas em relação a 2006, com destaque para o índice de 16% de aumento nos negócios do PVC.

    A Braskem investiu R$ 300 milhões na Petroquímica Paulínia, construída em parceria com a Petrobras, com programação de partida para o final de março. Essa unidade acrescentará 350 mil toneladas anuais à capacidade produtiva de polipropileno.

    Outra iniciativa estratégica da empresa consistiu no desenvolvimento do polietileno derivado de etileno obtido pela rota alcoolquímica, também anunciado no ano passado. A Braskem está concluindo um projeto para implantar uma unidade industrial com capacidade anual de 200 mil toneladas, prevista para entrar em operação em 2010.

    Para dar andamento ao projeto, a Braskem assinou um convênio de cooperação para o desenvolvimento de pesquisas com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com investimentos estimados em R$ 50 milhões. O projeto visa a elaboração de trabalhos na área de polímeros com desenvolvimento em matérias-primas renováveis. O convênio com a Fapesp terá duração de cinco anos e os investimentos previstos, igualmente divididos entre as partes.

    Além do etileno produzido via etanol, a empresa desenvolve pesquisas com outras rotas, como a biomassa. A Braskem já depositou cinco patentes no Brasil e no exterior. Seu Centro de Tecnologia e Inovação conta com ativos nos quais foram investidos cerca de R$ 330 milhões, incluindo oito plantas piloto, 11 laboratórios e um grupo de 170 pesquisadores e técnicos.

    M. A. S. R.

    Lanxess constrói planta de borracha butílica

    A produtora de especialidades químicas Lanxess anunciou a construção de uma fábrica de borracha butílica com capacidade de 100 mil t/ano em Singapura. A planta deverá ser comissionada em 2011, e será levantada na ilha artificial Jurong com investimento de 400 milhões de euros, o maior já realizado pela companhia em sua breve história.

    A nova unidade asiática é uma resposta à demanda crescente pela borracha butílica. Desde 2004, as vendas da Lanxess cresceram cerca de 45% na região. A escolha pela localidade no sudoeste de Singapura foi influenciada principalmente pela excelente disponibilidade de matérias-primas. A empresa já assinou contrato de longo prazo com a Shell Eastern Petroleum para o fornecimento do principal insumo, o refinado 1 (raffinate 1), nome dado ao produto do processamento de correntes C4 após a extração do butadieno, composto majoritariamente por isobutileno, além de pequenas quantidades de butano e outros compostos. A Lanxess extrairá o isobutileno, necessário à produção de borracha, e revenderá o subproduto dessa operação, conhecido como refinado 2. A produtora ainda pretende assinar contratos de longo prazo com fornecedores asiáticos de isopreno, a outra matéria-prima essencial da nova fábrica, mas cujos volumes demandados são bem menores que os de refinado 1.

    O investimento deve gerar mais de 200 empregos diretos. Nos últimos dois anos, a empresa expandiu sua capacidade de produção de borracha butílica nas plantas de Zwijndrecht (Bélgica) e Sarnia (Canadá), e quando a última fase da ampliação canadense se concretizar, a capacidade total da Lanxess chegará a 280 mil t/ano. A previsão é de que o mercado mundial cresça a taxas de 3% nos próximos quinze anos. Na China, Taiwan e Hong Kong, o consumo será mais acelerado, com taxas de 6% ao ano, e, na Índia, o ritmo será ainda mais forte, próximo de 8%. Além das aplicações tradicionais da borracha butílica, cresce o interesse por seus derivados halogenados, em especial pela borracha butílica bromada, utilizada em camadas intermediárias impermeáveis de pneus.

    M. Azevedo

    Exatec amplia recursos para revestimento de PC

    Subsidiária de propriedade total da Sabic Innovative Plastics, empresa do grupo saudita Saudi Basic Industries Corporation, a Exatec, sediada nos Estados Unidos, anuncia a expansão de suas instalações e planos de investimentos para ampliar sua gama de tecnologias de revestimentos para oferecer aos projetistas da indústria automobilística novos recursos em painéis de policarbonato. A intenção da empresa é abastecer a demanda crescente do setor por soluções alternativas de painéis transparentes e alívio no peso dos veículos, sinônimo de economia de combustível. Para tanto, a Exatec planeja oferecer desenvolvimento aprimorado do processo produtivo e a realização de protótipos, especialmente para sistemas de tetos amplos e panorâmicos. A idéia da expansão das instalações é concentrar os desenvolvimentos em um só local: sua sede global, em Wixom, Michigan.

    Os investimentos contemplam também a produção das janelas automotivas de policarbonato. Entre os novos recursos, a empresa conta agora com um laboratório de aplicação de verniz de silicone, nova injetora da Engel e um exclusivo sistema de plasma em escala total para revestir continuamente as janelas de policarbonato.

    Os sistemas de revestimento, proteção à intempérie e à abrasão, constituem papel fundamental nessas peças. Daí a preocupação em reforçar o aprimoramento desses processos, entre eles deposição química a vapor aprimorada por plasma. Segundo o fabricante, o uso dos painéis de policarbonato propicia redução de peso significativa nos veículos – de 40% a 60% em relação aos tetos convencionais –, bem como aparência diferenciada, graças à maior liberdade de projeto.

    A Exatec foi constituída há dez anos como uma joint venture entre a Bayer e a GE Plastics. As instalações da Exatec dispõem de tecnologia de moldagem por injeção-compressão de multicomponentes, laboratório de revestimentos, programas de protótipos em ambiente com sala limpa, máquina de impressão em tela plana e um laboratório completo para testes de painéis transparentes de policarbonato.

    M. A. S. R.



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