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17 de fevereiro de 2008

Notícias – Mercado tem nova opção em sistema para transporte

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Publicado por: Maria Aparecida de Sino Reto
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    Plástico Moderno, Notícias - Mercado tem nova opção em sistema para transporte

    Equipamento assegura maior flexibilidade e produção ágil

    Empresa de origem sueca, fornecedora de logística de produção e provedora de soluções de gerenciamento do fluxo de materiais, com filial em São Paulo, a FlexLink anuncia o lançamento da nova plataforma de esteira transportadora X85, com sistema paletizado, controle de linha e aplicativo gerenciador da produção. A capacidade e velocidade do equipamento dependem da escolha entre três tipos de acionadores: compacto, de 300 N, velocidade máxima de 40 m/min; médio, de 800 N, velocidade máxima de 60 m/min; e pesado, de 1.250 N, capaz de atingir 120 m/min.

    Seu controle de linha é de fácil engenharia, instalação e manutenção. De acordo com o fabricante, efetua monitoramento dinâmico de velocidade com partidas e paradas suaves, com menor consumo de energia. O sistema paletizado fornece soluções de fluxo, possibilitando roteamento flexível e controle total de cada produto no processo. Além disso, possui diferentes configurações. De acordo com os requisitos de aplicação, os paletes são preparados para comunicação com máquinas, controle de linha e soluções MES(manufacturing execution software).

    Göran Abbestam, gerente de desenvolvimento, destaca o fato de o sistema paletizado e o controle de linha contarem com a aplicação de tecnologias com patentes pendentes, que lhes conferem características como produção mais flexível e mais rápida.

    O aplicativo MES Youtilize, outra ferramenta do sistema, gerencia os recursos disponíveis, desde operadores e máquinas, bem como todos os dados e informações necessários à produção. A comunicação ocorre em tempo real, o que assegura maior eficiência e controle automático de qualidade.

    Produto de limpeza elege embalagem de polipropileno

    O novo Veja 4 em 1, produto de limpeza fabricado pelo grupo Reckitt Benckiser, que chegou aos supermercados recentemente, leva em sua embalagem um polipropileno desenvolvido pela Nova Petroquímica especialmente para essa aplicação. A nova variedade da resina associa características de transparência e maleabilidade, que possibilitam a moldagem de uma embalagem do tipo squeeze, solicitação do grupo Reckitt. Além da embalagem squeeze, o novo Veja está disponível também nos formatos gatilho e diluível.

    O fabricante da linha Veja procurava uma solução com design e custo atrativos, bem como um produto mais prático e fácil de usar. “Quando são necessárias propriedades como transparência, brilho, resistência, leveza e versatilidade para acompanhar o design, o polipropileno é a solução ideal”, justifica o gerente de marketing da Nova Petroquímica, Sinclair Fittipaldi. Outro aspecto que pontuou a favor do polipropileno foi o fato de a resina permitir sua reciclagem – forte preocupação do grupo Reckitt.

    De acordo com Fittipaldi, a Nova Petroquímica adotou o desenvolvimento de grades com atributos diferenciados como estratégia para reforçar sua atuação e avançar no mercado de produtos de limpeza, segmento com expansão de cerca de 6% ao ano. “As vendas de polipropileno da Nova Petroquímica para essa indústria vêm crescendo a uma taxa média de 10%, ano a ano, e este segmento representa cerca de 5% do nosso volume de vendas”, informou. O novo grade foi desenvolvido na unidade de Mauá, na Grande São Paulo, onde a empresa dispõe de modernos laboratórios de pesquisa no seu Centro Tecnológico.

    M.A.S.R.

    Fórum internacional discute avanço do setor na medicina

    A Applied Market Information Ltd. convida a indústria do plástico para um fórum de discussões sobre os desenvolvimentos e avanços empreendidos no uso dos polímeros na medicina – das matérias-primas aos equipamentos de processo. Trata-se da terceira edição da Medical Moulding & Extrusion 2008 – conferência internacional sobre dispositivos médicos, agendada para 17 e 18 de junho em Colônia, na Alemanha.

    Na visão do gerente da Applied, dr. Sally Humphreys, os termoplásticos de alto desempenho e os materiais elastoméricos constituem instrumentos importantes na indústria de componentes médicos. Segundo suas informações, a Medical Device Innovations, uma nova empresa do Reino Unido, desenvolve um trabalho diferenciado atuando como intermediária entre os clínicos e os fabricantes de dispositivos médicos, captando as idéias e transformando-as em projetos.

    Nesse contexto, Humphreys menciona o trabalho encampado por bioengenheiros como Hamid Rassoulian, do Southampton Hospital, responsável pelo desenvolvimento e teste de projetos na área. Destaca também os esforços empreendidos pela Balda Medical em relação a instrumentos e embalagens médicas, e também da Medical Device Testing (MDT), que dispõe de diversos tipos de ensaios.

    Quanto à oferta de polímeros grau médico, o gerente lembra a existência de produtores renomados como DuPont Engineering Polymers, Basf, LyondellBasell, Ineos Polyolefins, Momentive Performance Materials, Sabic Innovative Plastics (que, no ano passado, adquiriu, da GE, a divisão GE Plastics), e a Teijin, que desenvolveu em aramida um componente dos cateteres empregados na angioplastia, permitindo substituir o aço nessa aplicação.

    Os cuidados na produção de peças destinadas ao ambiente médico envolvem também os equipamentos de processo. Entre os fabricantes de máquinas com projetos específicos para o segmento médico, o gerente da Applied cita o sistema de moldagem por injeção da Husky; destaca o estado da arte ofertado pela IKV, como o processamento de polímeros com antibióticos incorporados, usados, por exemplo, em implantes ósseos.

    A moldagem por microinjeção consiste num importante tópico para a indústria de componentes plásticos médicos. A Cardiff University tem conduzido testes sobre o comportamento de diversos polímeros injetados e a Waldorf-Technik se dedica aos sistemas de automação.

    No segmento de aditivos, a RTP desenvolveu compostos antiestáticos para aparelhos de inalação, facilitando a passagem do medicamento. A Clariant contribui com uma variedade de masterbatches biocompatíveis. A Wittenburg dispõe de uma diversidade de grades médicos de compostos elastoméricos.

    No campo de estudos, o Dr. Rainer Otter conduz pesquisas quanto ao aspecto toxicológico dos aditivos, fator crítico na seleção dos mesmos. Renomado especialista em plastificantes, incluindo os ftalatos, o professor Jim Courtney tem desenvolvido testes sobre os compostos de PVC de contato com sangue. A fim de evitar as controvérsias que envolvem o policloreto de vinila, a Tekni-Plex criou para as bolsas um filme co-extrudado.

    Os dois dias do Medical Moulding & Extrusion representam para os profissionais do ramo do plástico, da saúde, e pesquisadores oportunidade ímpar de embarcar em uma fantástica viagem pelo universo do corpo humano e de descobrir as maravilhas que o mundo do plástico podem fazer para salvar vidas e oferecer maior conforto à máquina humana.

    M.A.S.R.

    Abraçadeiras suportam temperaturas elevadas

    Empresa americana, com escritório em São Paulo, a Panduit traz para o mercado brasileiro os dois recentes lançamentos em abraçadeiras da família PAN-TY: uma fabricada com o plástico de alto desempenho poliéter-éter-cetona (PEEK), para altas temperaturas, e a outra, de náilon 6.6 com metal detectável no processo.

    A primeira é ideal para utilização em operações sob altas temperaturas e ambientes quimicamente agressivos. O poliéter-éter-cetona confere às peças elevada estabilidade dimensional e excelente grau de tensão sob temperaturas de operação de até 260ºC.

    Livre de halogênios, o produto tem classificação de flamabilidade UL94V-0 – sinônimo de pouca fumaça e gás em caso de queima. Por tais características, é recomendável para ambientes fechados. A abraçadeira ainda resiste a ataques químicos e possui altíssima resistência a elevados graus de radiação gama, para uma solução de amarração de longa duração.

    O fato de não ser metálica a aponta como alternativa para as abraçadeiras condutivas, podendo ser utilizada com segurança em aplicações onde são especificados materiais não condutivos. Não higroscópica, a abraçadeira de PEEK resiste à umidade ou vapor sem alteração na estabilidade dimensional e força de tensão.

    Indicada em especial para os mercados de óleo e gás, automotivo e aeroespacial, a peça feita com o poliéter-éter-cetona é fornecida na cor marrom translúcida e pode ser aplicada com as pistolas de abraçadeira da Panduit, para maior produtividade.

    A outra abraçadeira, com meta detectável, chega ao mercado para atender às normas de segurança das indústrias alimentícia, de bebidas e farmacêutica. Fabricada em material impregnado de metal, esta peça é identificável por detectores de metal e equipamentos de inspeção por raios X.

    Projetada para amarração e fixação de cabos e mangueiras nas áreas de processo e empacotamento, a abraçadeira de náilon 6.6 pode ser instalada por uma ampla gama de pistolas de aplicação, que fazem o corte rente à sobra da abraçadeira, prevenindo contaminações posteriores. Disponível na cor azul, a peça é facilmente distinguível em uma rápida detecção visual em ambientes de manufatura. Pode ser encontrada em diversas larguras e comprimentos.

    Há onze anos no Brasil, a empresa dispõe de estrutura para oferecer suporte técnico ou orientação nos projetos de seus clientes. A divisão de produtos de elétrica dispõe de diversos tipos de conectores, uma linha completa de abraçadeiras, dutos para montagem de quadros elétricos, elementos de fixação de cabos, elementos termocontráteis e dispositivos de segurança e sinalização industrial.

    M.A.S.R.

    Lanxess revela sua ambição para o mercado brasileiro

    O presidente mundial da Lanxess, Axel Claus Heitmann, anunciou que, após seis meses de negociação, a megaindústria química alemã baseada em Leverkusen deverá assumir o controle da Petroflex – a maior produtora de borracha sintética da América Latina — até o final de março. Será quando o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deverá apresentar o parecer final de aprovação do negócio para ser comunicado à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), além das bolsas de valores e companhias de seguro do exterior. Os acionistas majoritários da Petroflex, os grupos Brasken e Unipar, deverão receber o equivalente a 198 milhões de euros por aproximadamente 70% das ações adquiridas.

    “Crescimento” foi a palavra várias vezes pronunciada pelo presidente Axel Claus Heitmann para justificar as motivações da Lanxess na compra da Petroflex. A Lanxess já produz aproximadamente 1 milhão de toneladas anuais de elastômeros nas suas unidades em diversos países. Agora, com a incorporação das três fábricas da Petroflex — Duque de Caxias-RJ, Triunfo-RS e Cabo de Santo Agostinho-PE – aumentará sua capacidade de produção em mais 400 mil t/ano, com o objetivo de praticamente quadruplicar as suas vendas somente no mercado interno, onde consumo de borracha sintética ainda está bastante abaixo na relação à média dos países industrializados.

    Isso leva a considerar a clara possibilidade de que o mercado de borracha no Brasil deva crescer muito rapidamente nos próximos anos. Conforme informações da Lanxess, os principais produtores mundiais de pneus já investiram cerca de 1 bilhão de euros para aumentar a produção na América Latina para implantar planos de expansão que estão em andamento.

    Estratégia de fortalecimento – O presidente da Lanxess disse que a compra da Petroflex pode ser um complemento estratégico ideal ao nosso portfólio de produtos, fortalecendo a nossa posição em um dos mais importantes mercados em crescimento do mundo.“Dessa maneira, nós estaremos reforçando não só a posição desse negócio, mas do grupo no Brasil e, conseqüentemente, na América Latina.’’

    Há dois anos, a Petroflex — fundada no início da década de 60 como parte da Petrobras – contava com aproximadamente 1,3 mil funcionários e o total das vendas correspondia a 500 milhões de euros. A linha de elastômeros da Petroflex abrange desde borrachas para aplicações gerais às borrachas especiais, oferecendo matérias-primas para a fabricação de produtos como pneus, plásticos e tubulações. Perto de 30% da sua produção é destinada à exportação para mais de 70 países. Nos anos 70, a Petroflex se tornou empresa independente da estatal e, em 1992, foi privatizada, sendo assumida pela Suzano, Copene e Unipar, mais um grupo de investidores institucionais. Na década de 80, a Petroflex ampliou suas atividades internacionais para a Europa, Ásia e América do Norte.

    Atualmente, a Lanxess emprega cerca de 400 pessoas em suas unidades de São Paulo, Porto Feliz-SP e São Leopoldo-RS. Em janeiro de 2006, a empresa alemã obteve taxas de crescimento de dois dígitos no mercado nacional, com as vendas totalizando aproximadamente 160 milhões de euros.

    H.L.

    Sulbras opera nova unidade

    Embora a inauguração oficial ainda deva ocorrer, em data a definir, no primeiro semestre deste ano, a nova unidade fabril da Sulbras Moldes e Plásticos Ltda., construída em Salto-SP, opera a plena carga. Além da matriz sediada em Caxias do Sul-RS, a empresa ainda possui outra fábrica em Sapucaia do Sul-RS. O produtor se dedica a projetar soluções para peças técnicas e subconjuntos de plástico moldados por injeção. Trata-se de componentes de diversos produtos como impressoras, computadores, automóveis, refrigeradores, ar condicionados, entre outros.

    Construída ao longo de 2005 e 2006, a nova planta ocupa terreno de 30 mil m², com 5.129 m² de área construída e capacidade de ampliação para até 18 mil m². Segundo informações da Sulbras, o parque fabril atual da unidade de Salto conta com injetoras de 150 até 800 toneladas de força de fechamento, todas equipadas com robôs, sistemas periféricos e de automatização de última geração. A empresa, porém, dispõe de espaço para ampliar e instalar injetoras de até 3 mil toneladas.

    A fábrica foi planejada para atender os mercados do centro do país, com foco produtivo em peças de conteúdo cosmético, montagem de subconjuntos e peças técnicas destinadas aos segmentos de eletroeletrônicos, linha branca, automotivo, informática, entre outros.

    M.A.S.R.

     

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