Plástico

3 de julho de 2012

Notícias – Expansão do setor de alimentos impulsiona negócios na Fispal

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Publicado por: Rose de Moraes
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    Maior exposição de embalagens, processos e sistemas logísticos para as indústrias de alimentos e de bebidas da América Latina, a 28ª Fispal Tecnologia reuniu neste ano mais de duas mil marcas apresentadas por centenas de expositores nacionais e internacionais, de 12 a 15 de junho, no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo. Organizada pela BTS Informa, essa edição contou com o prestígio de milhares de visitantes.

    Vários resultados positivos confirmam que o setor de alimentos no Brasil vive um dos seus melhores momentos. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), o setor teve um acréscimo de 5% no faturamento em 2011, saltando de R$ 330,6 bilhões para R$ 383,3 bilhões, e as perspectivas de geração de novos negócios não ficam para trás, perante a estimativa de fechamento de R$ 4 milhões em novos contratos durante vários meses subsequentes à feira.

    Outro bom indicador está na presença estrangeira. A ocupação dos pavilhões internacionais foi bem maior em 2012, em relação à última feira, com 35% de crescimento, e a presença de 146 expositores procedentes de 15 diferentes países (Alemanha, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Coreia, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Índia, Itália, México, Taiwan e Turquia).

    Nesta edição, a Fispal Tecnologia também contou com a presença de expositores da Interpack, a maior feira do setor de embalagens do mundo, realizada em Düsseldorf, na Alemanha, que elegeram a Fispal Tecnologia como o principal canal de negócios nos setores de alimentos e de bebidas no Brasil.

    Refrigeração mais potente – As expansões na produção e os altos níveis de refrigeração exigidos pelas indústrias não constituem um problema a solucionar para quem busca tecnologias mais potentes e eficientes para aplicação nesses setores. Isso porque a Piovan acaba de lançar uma nova linha de chillers de alta capacidade, para refrigerar processos em faixas desde 240 mil kcal/hora até 440 mil kcal/hora.

    Em comparação com a linha antecessora, a empresa praticamente dobrou a capacidade de refrigeração e compactou mais os equipamentos, o que proporcionou reduzir o volume de gases ambientalmente amigáveis utilizados, como o R-407C, diminuindo em até 40% o seu consumo.

    A eficiência energética também foi alvo de aprimoramento tecnológico. “Para oferecer maior sustentabilidade à produção, os novos chillers oferecem 20% de economia no consumo de energia em comparação com os sistemas convencionais”, informou Ricardo Prado Santos, vice-presidente para a América Latina da Piovan do Brasil.

    Configurados em seis versões básicas, cada uma delas podendo receber adequações específicas a depender do tipo de aplicação, e analisados pela empresa caso a caso quanto à sua adequação, recomenda-se às indústrias que fabricam pré-formas de PET o emprego de sistemas condensados a água, uma vez que se torna mais vantajoso instalar chillers individuais como a forma mais eficiente de reduzir o consumo energético. Já os modelos condensados a ar costumam ser indicados para todos os casos de expansão na produção, e nos quais, porém, não se pretende fazer investimentos adicionais em torres, bombas e tubulações.

    Além de chillers muito mais potentes, a Piovan também redesenhou a linha de dry-coolers para as aplicações que exigem maior rendimento. “Com isso, estamos podendo atender todos os setores da indústria do plástico, como também indústrias alimentícias, farmacêuticas, químicas, cosméticas, entre outras”, destacou o vice-presidente.

    A grande procura industrial por equipamentos como dry-coolers, que proporcionam economia no consumo de água, podendo chegar, nos casos de substituição de torres de refrigeração, até a 90% de economia, motivou os últimos investimentos da Piovan na reengenharia de produto.

    “Redimensionamos as máquinas, os trocadores e melhoramos a performance dos ventiladores, oferecendo às indústrias o maior número possível de opções para as aplicações em razão do crescimento da demanda”, comentou Santos.

    Os dry-coolers, sob o ponto de vista de sustentabilidade e de evitar desperdícios nos processos de resfriamento, exercem uma função muito importante, mas que nem sempre é observada pelas empresas. O vice-presidente da Piovan explica: “Durante a utilização de uma torre de refrigeração, podemos mensurar uma evaporação entre 2% e 3% de água por hora em relação ao volume de água circulante, enquanto que, com o uso de dry-coolers, isso não ocorre. Se tomarmos como exemplo uma torre cuja vazão de água está em torno de 40 mil m 3 /hora, teremos 0,8 m 3 /hora sendo evaporado para a atmosfera, o equivalente a 800 litros/hora, o que, ao ano, eleva o desperdício para 7 mil m 3 /hora, o que equivale a 7 milhões de litros de água desperdiçados anualmente por esse sistema de refrigeração”, calculou Santos.

    PET tem sopro mais veloz – Com molde de uma só cavidade, a nova sopradora de pré-formas de PET fabricada pela Romi, a PET 160, causou grande sensação entre os visitantes, pela sua robustez e alta produtividade, ao produzir pré-formas de 85 gramas para o sopro de 850 galões por hora de 5 litros para o acondicionamento de água mineral.


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