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12 de agosto de 2016

Interplast 2016 – Prévia: Boa localização e foco em tecnologia atraem visitação qualificada

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    Plástico Moderno, Interplast 2016 - Prévia: Boa localização e foco em tecnologia atraem visitação qualificada

    Expor seus produtos junto a um público alvo é estratégia recomendável na opinião da quase totalidade dos especialistas em marketing. Caso essa oportunidade apareça em momento de vacas magras na economia, tanto melhor. É a chance de estar no lugar certo na hora certa para aquecer as vendas. A Interplast, feira mais importante do setor prevista para esse ano no Brasil, será realizada com a expectativa de atrair importantes empresas e visitantes interessados em conhecer as novidades e aquecer o mercado.

    Plástico Moderno, Interplast 2016 - Prévia: Boa localização e foco em tecnologia atraem visitação qualificada

    Realizado a cada biênio pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (Simpesc) e organizado pela Messe Brasil, o evento será realizado de 16 a 19 de agosto no Expoville, em Joinville-SC. Vale lembrar: Santa Catarina é apontado como o segundo maior entre os estados brasileiros quando o assunto é a indústria do plástico, ficando atrás apenas de São Paulo, conforme os dados do Simpesc. Lá se encontram cerca de mil indústrias de transformação, que geram mais de 32 mil empregos diretos. Ao todo, são processadas cerca de 1 milhão de toneladas de plásticos por ano, com destaque para os descartáveis na parte sul do estado, embalagens no oeste e peças técnicas no norte.

    Plástico Moderno, Siprandelli: negócios futuros dependem de ações imediatas

    Siprandelli: negócios futuros dependem de ações imediatas

    “Não é o momento de se retrair e deixar de aparecer. É hora da as empresas mostrarem seu potencial”, garante Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil. Para ele, além disso, quando houver a retomada, mesmo que lenta, as empresas hoje preocupadas em se atualizar serão as beneficiadas. “Valiosas oportunidades de negócios no futuro dependem de ações imediatas”. Para esta edição, a Interplast tem a expectativa de atrair 385 marcas expositoras e 20 mil visitantes. “A estimativa é que a feira gere R$ 300 milhões em negócios”. Por conta da crise, os dados estimados são mais modestos do que os das edições anteriores. Em 2014, o evento contou com 550 marcas expositoras, 30 mil visitantes e, estima-se, tenha gerado negócios na casa dos R$ 500 milhões.

    De acordo com Spirandelli, estarão presentes na Interplast representantes de toda a cadeia de fornecimento do setor. “Identificamos mais de 60 lançamentos na feira”. As novidades são voltadas para soluções mais eficientes para as linhas de transformação, cujo objetivo é atingir maior produtividade com menor utilização de recursos. “Os lançamentos refletem a busca constante entre os profissionais do setor, é a oportunidade do ano em termos de negócios e atualização profissional”.

    Além da exposição de produtos e tecnologia, a programação da Interplast inclui o Congresso de Inovação Tecnológica (Cintec), organizado pela UniSociesc, e a Rodada de Negócios, realizado pela Bolsa de Negócios e Subcontratação de Santa Catarina BNS/SC. No congresso, serão abordados os macrotemas: moldes e processos (dia 16/08), matéria-prima (17/08) e máquinas e processos (18/08). A abertura oficial acontecerá no dia 16 de agosto, às 19h30, com a palestra “A Indústria 4.0 e as tecnologias de manufatura sustentáveis no Brasil”, ministrada por Celso Luis Placeres, diretor de planejamento na Volkswagen do Brasil.

    Plástico Moderno, Reis: lançamentos contribuem para a competitividade setorial

    Reis: lançamentos contribuem para a competitividade setorial

    Mercado importante – Levar soluções para melhoria de produtividade aos produtores locais, para torná-los mais competitivos. Essa é a meta da Romi, fabricante nacional bastante conhecida entre os consumidores de máquinas para plásticos – injetoras e sopradoras – e também de máquinas-ferramenta. “A região Sul, em especial o Estado de Santa Catarina, tem grande importância para nós”, destaca Willian dos Reis, diretor da unidade de negócios de máquinas para plásticos.

    O evento também é oportunidade para dar um fôlego nas vendas da empresa, um tanto combalidas pelo cenário econômico. A receita operacional líquida da Unidade de Negócios de Máquinas Romi fabricadas no Brasil caiu 16,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado, ficando na casa dos R$ 131,8 milhões. O valor engloba tanto máquinas para processamento de plásticos quanto máquinas-ferramenta, novas e seminovas. Por outro lado, o volume de entrada de pedidos observado no primeiro semestre subiu 15,0%, alcançando R$ 124,4 milhões. “O crescimento foi decorrente do crescimento das exportações. A entrada de pedidos para o mercado brasileiro permaneceu estável nesta comparação”.


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