Ferramentaria Moderna

30 de dezembro de 2015

Hidráulica: De olho no custo final das peças

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    Cada caso é um caso, para cada aplicação existe um tipo de máquina que proporciona melhor retorno”. A frase foi proferida por Bruno Dedomenici, sócio da Plásticos Regina, especializada na fabricação de embalagens para alimentos, cosméticos e indústria farmacêutica. Ele fala com o conhecimento de quem tem muita experiência no assunto, pois a Plásticos Regina foi fundada pelo seu pai, em 1957, e Bruno exerce o cargo de diretor industrial há muitos anos.

    O empresário garante. “Afirmo sem medo de errar: qualquer que seja o porte da empresa e o segmento de mercado atendido, na hora de comprar uma injetora, os responsáveis pela empresa precisam fazer as contas com muito cuidado”. Para o diretor, vários aspectos precisam ser levados em consideração durante o processo de seleção. Entre eles, alguns muito importantes, como o tipo de peça a ser fabricado, a duração dos ciclos e a vida útil prevista para o produto.

    No caso específico da Regina, a escolha recai sobre modelos distintos. “As máquinas podem ser elétricas, híbridas ou hidráulicas. O que vale é calcularmos com segurança o preço final da peça a ser produzida”. Para ele, não adianta ter uma injetora com tecnologia de última geração se a empresa trabalhar com regime de rentabilidade muito aquém do necessário. “Precisamos ser competitivos, ter o retorno esperado”.

    Dedomenici garante também ser indispensável conhecer a fundo as características das máquinas oferecidas pelos diversos fabricantes. O sentimento, é lógico, vale para os diferentes modelos de circuitos hidráulicos oferecidos. “Cada marca usa uma tecnologia, alguns usam o sistema hidráulico só na injeção, outros privilegiam o fechamento”, exemplifica.

    Para ele, os fornecedores de ponta não decepcionam na hora da seleção do modelo atual. “Os representantes das marcas de primeira linha são muito prestativos, fazem os cálculos conosco, nos ajudam a chegar à melhor alternativa. Já alguns fornecedores com menor tecnologia tentam nos convencer que suas máquinas são as mais vantajosas, o que nem sempre corresponde à verdade”.



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