Ferramentaria Moderna

1 de julho de 2011

Ferramentaria moderna – Setor valoriza alta tecnologia

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    Os responsáveis pelas ferramentarias de ponta têm opinião parecida. Para manter-se em boa posição em um mercado tão competitivo quanto o brasileiro é necessário contar com máquinas operatrizes de ponta. Nem sempre é possível ter o melhor equipamento. Afinal, os mais sofisticados são caros. O retorno proporcionado pela tecnologia, no entanto, compensa.

    Plástico Moderno, Ferramentaria moderna - Setor valoriza alta tecnologia

    Edson Hertenstein

    “A nossa filosofia é sempre contar com equipamentos de ponta, investir nas máquinas mais modernas que existem dentro da nossa necessidade”, explica Edson Hertenstein, diretor comercial da Herten, ferramentaria mais antiga de Joinville-SC. Há trinta anos no mercado, a Herten atende a muitos pedidos de encomendas de moldes de peças técnicas para as indústrias automobilísticas, de linha branca e para ciclos rápidos. Segundo o diretor, cada vez que compra um equipamento, a empresa realiza uma série de avaliações. Entre os itens estudados, estão as características da máquina e o prazo de entrega. “O principal é a assistência técnica oferecida pela empresa”, enfatiza.

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    Wiland Tiergarten

    “O grande segredo é estudar a relação custo/benefício. Tudo depende do que vamos produzir”, define Wiland Tiergarten, diretor da Btomec, também localizada em Joinville-SC. Para ele, as ferramentas projetadas para produzir peças com menor tolerância de medidas não requerem centros de usinagem muito sofisticados. Já as que vão operar em regime de alta precisão exigem máquinas nobres. “Nós fazemos moldes altamente técnicos, caso dos com até 96 cavidades ou dos voltados para biinjeção. Necessitamos de máquinas de ponta”, revela. Tiergarten ressalta a importância da capacidade profissional dos colaboradores.

    Opinião parecida tem Eduardo Cunha, diretor executivo da paulistana Moltec, fabricante de moldes de peças técnicas e para embalagens de injeção e sopro para PET. Ele destaca a grande importância da avaliação do custo/benefício na hora de adquirir um equipamento e também defende a necessidade de contar com pessoas qualificadas, com condições de operar os equipamentos. O executivo lembra o aumento da cobrança dos clientes verificada nos últimos tempos. “No caso dos moldes de embalagens, por exemplo, as operações de envase e rotulagem estão mais velozes. Os moldes precisam ter qualidade para acompanhar o ritmo da produção”, explica.

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    Eduardo Cunha

    Ele também fala sobre a importância da matriz ser construída com peças usinadas dentro de tolerâncias rígidas. Caso a usinagem ocorra fora das medidas indicadas, o molde precisa ser montado com ajustes feitos peça a peça. Ele pode funcionar, mas se houver necessidade de alguma reposição de peça tudo se complica “Esse é um problema que ocorre com os moldes chineses, a substituição de qualquer peça é demorada e pode paralisar uma linha de produção”, ressalta.

     

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