Plástico

12 de fevereiro de 2012

Fabricante faz 50 anos com inovações

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Publicado por: Rose de Moraes
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    A Carnevalli irá compartilhar neste ano com todo o setor plástico o seu cinquentenário de fundação com o relançamento de um dos modelos de extrusoras de maior prestígio e aceitação no mercado nacional. Trata-se da CHD-50, máquina que conquistou a posição de liderança de vendas no passado, entre as décadas de 1980 até 2000, e que acaba de receber vários aprimoramentos. Entre os quais se destacam CLP (Controle Lógico Programável) e interface IHM (Homem-Máquina), para oferecer maior flexibilidade e velocidade às produções e permitir o processamento de polietilenos de fontes renováveis, biodegradáveis, de alta e de baixa densidade, lineares e reciclados, e produzir ampla gama de materiais voltados para alimentos, embalagens para empacotamento automático, encolhíveis, esticáveis, com fundo estrela, entre outros.

    “Nós temos muito a comemorar porque poucas indústrias nacionais conseguem resistir durante todo esse tempo e ter a chance de aprimorar seus produtos para que possam produzir mais e melhor”, comentou o diretor Wilson Carnevalli Filho.

    Com menor consumo de energia, reduzido em 40% em comparação com o modelo original, e 20% de ganho em produtividade, a nova versão conta com nova geometria de rosca, relação L/D igual a 30:1, e também sai de fábrica com motor de alto rendimento produzido pela Weg.

    Além dos avanços em tecnologia, a nova máquina, que terá produção limitada, também deverá contar com preço especial em comemoração aos 50 anos de existência da empresa. “Em virtude dos aprimoramentos e da alta flexibilidade, acreditamos que, em pouco tempo, nossas expectativas de vendas estarão plenamente atendidas”, considerou Carnevalli Filho.

    Para altíssimas produções, na faixa de 500 quilos/hora, a Carnevalli oferece ao mercado a mais nova geração de coextrusoras Coex Polaris Plus. Lançadas na última Brasilplast, realizada em maio de 2011, em São Paulo, essas máquinas foram projetadas com capacidade para processar materiais com índices de fluidez variados.

    “A variedade de matérias-primas que uma coextrusora hoje tem que atender é muito grande e, por isso, nos preocupamos em oferecer máquinas com geometrias diferenciadas de rosca e com tecnologias mais modernas de baixo tempo de residência dos materiais dentro dos cabeçotes, incluindo entre esses atributos também os cabeçotes de baixa pressão, que permitem processar, por exemplo, polietilenos lineares mais rapidamente; e tratamentos superficiais, que tornam as superfícies internas das máquinas até três vezes mais lisas, diminuindo o atrito entre os materiais e as superfícies dos cabeçotes”, comentou Wilson.

    A série de coextrusoras Coex Polaris Plus também conta com IBC (Internal Bubble Control) de quarta geração. Mais eficiente, esse sistema, considerado obrigatório nas máquinas mais modernas, promove a renovação do ar do balão mais rapidamente, para que não haja qualquer variação de espessura do filme.

    Para alcançar velocidades altíssimas de produção, as novas coextrusoras também dispõem de anel de ar automático, que também corrige as variações de espessura. “As nossas máquinas ainda contam com anel de ar com controlador automático de regulagem de altura, que se desloca exatamente para a área de névoa do filme, a fim de alcançar produções mais elevadas e eficientes, e também possuem sensores que não mantêm contato com os filmes, isentando-os de marcas.”

    Totalmente eletrônico e de fácil operação, o painel de comando da série Polaris Plus permite operações integradas de todos os componentes da máquina, abrangendo o alimentador gravimétrico e o anel de ar.

    “Na Brasilplast, fomos os únicos a expor e a colocar em funcionamento uma coextrusora, movidos pela nossa certeza de poder atender às maiores exigências do setor quanto à precisão, qualidade da plastificação, menor consumo de energia, e motorização potente com tecnologia de ímã, entre outros avanços, permitindo aos transformadores trabalhar com nanomateriais, uma tendência que já está se firmando lá fora. As nossas máquinas apresentam nível tecnológico comparável ao dos europeus, mas os custos são consideravelmente muito mais baixos, porque os brasileiros sabem muito bem avaliar a aquisição de uma máquina sob a ótica do custo/benefício”, finalizou Wilson Carnevalli Filho.

     

     

     



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