Armazenamento e Transporte

19 de novembro de 2015

Controles: Sistema evita perdas no peso

Mais artigos por »
Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
+(reset)-
Compartilhe esta página

    Obter com constância o peso correto das peças na operação do sopro é desafio difícil de ser alcançado pelos transformadores. Com o objetivo de resolver esse problema, a Automaplast, de Santa Bárbara d’Oeste-SP, apresentou ao mercado, na última edição da Feiplastic, o sistema de monitoramento de peso de embalagens plásticas.

    Plástico Moderno, Claudinei Conte da Automaplast, de Santa Bárbara d’Oeste-SP

    Claudinei Conte da Automaplast, de Santa Bárbara d’Oeste-SP

    O periférico permite interface com os controles lógicos programáveis instalados nas sopradoras fabricadas pelos principais fornecedores brasileiros. “Na Feiplastic nosso equipamento estava instalado em um equipamento da Pavan Zanetti e fez muito sucesso. Várias pessoas nos disseram que ele é inédito, não tem similar no mercado brasileiro”, informa Claudinei Conte, proprietário da empresa.

    A ideia de projetar o equipamento se deu a partir da constatação das perdas enfrentadas pelos transformadores durante a produção de frascos. “Quando as peças ficam mais pesadas há desperdício de matéria prima, quando ficam mais leves podem se transformar em refugos”, explica. Para exemplificar, ele cita uma linha de alta produção de frascos cujo peso deve ficar no limite entre 35g e 37g. “Imagine se os frascos são produzidos com 39g. No fim de um mês há uma perda significativa de recursos”, apontou.

    O sistema funciona da seguinte forma.  Quando os frascos saem da sopradora são encaminhados por um robô para a operação de pesagem. Enquanto a linha de produção mantém os pesos corretos, os frascos, depois de pesados, retornam ao seu curso normal na fábrica. Quando são detectados desvios no peso dos frascos fabricados, o equipamento manda um sinal para o CLP da sopradora, de modo a corrigir os parâmetros da produção.

    Conte destaca outra vantagem. “O fabricante não precisa deslocar um funcionário para fazer essa aferição”. O processo é totalmente automático e não interfere na programação feita para a produção dos parisons nas sopradoras. “Também é possível obter um histórico das correções, para mais ou para menos, cujas informações podem ser utilizadas para evitar futuras distorções”.



    Compartilhe esta página







      0 Comentários


      Seja o primeiro a comentar!


      Deixe uma resposta

      O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *