Borracha

1 de setembro de 2012

Notícias – Ceras de polietileno querem crescer no PVC

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    Intensificar a presença no mercado nacional. Essa é a intenção da Honeywell, multinacional fabricante de ceras de polietileno e seus copolímeros funcionais, além de outros produtos voltados para a indústria de plásticos, borrachas, tintas e vernizes etc. No Brasil, ela é representada pela Dinaco, distribuidora de especialidades químicas.

     “Temos planos de crescer em várias áreas”, informa Michael Calicchio, líder de vendas para as Américas, que esteve em recente visita ao Brasil. Um nicho bastante importante para a Honeywell é o de PVC. “Fornecemos uma linha completa de lubrificantes auxiliares para o processo dessa matéria-prima”, diz. Entre esses lubrificantes, homopolímeros de baixa ou alta densidade, homopolímeros oxidados e copolímeros formados pela mistura de etileno e ácido acrílico, etileno e acetato de vinila e etileno e anidrido maleico. “Somos o maior fabricante mundial dessa linha de produtos, com o dobro de produção em relação ao segundo colocado”, garante. Os itens oferecidos são desenvolvidos em centro de pesquisa e desenvolvimento mantido pela empresa em Nova Jersey.

    Os planos são ambiciosos. “Nossa expectativa é a de dobrar as vendas para o mercado brasileiro nos próximos cinco anos”, revela Sérgio Luiz Zegaib, gerente regional de vendas para o Mercosul. A estratégia prevê a divulgação na indústria das vantagens oferecidas pelo uso dos produtos. “Vamos nos esforçar para atingir essa meta”, diz Luciana Bocauyva, gerente de produtos da Dinaco.

    A Honeywell conta com mais de 1,2 mil clientes em todo o mundo, com faturamento anual na casa dos US$ 40 bilhões. Ela conta com quatro divisões: aeroespacial, de automação, de transportes e de materiais de alto desempenho, na qual se encaixam os produtos oferecidos por aqui pela Dinaco. “As vendas mundiais de produtos para a indústria do plástico estão na casa dos US$ 150 milhões”, calcula Calicchio. Para a América Latina, os negócios são estimados em US$ 7 milhões. “Queremos chegar aos US$ 26 milhões em cinco anos”, informa.



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