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2 de maio de 2011

Brasilplast 2011 – Feira bate recordes e ratifica pujança da cadeia do plástico

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Publicado por: Plastico Moderno
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    Plástico Moderno, Brasilplast 2011 - Feira bate recordes e ratifica pujança da cadeia do plástico

    A megafeira brasileira do plástico fechou a semana de 9 a 13 de maio com a lotação completa dos 80 mil m² do Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo, e acolheu 1.390 expositores, contra 1.302 da edição passada. Também o público presente superou a anterior, segundo dados da organizadora da feira, a Reed Exhibitions Alcantara Machado, com afluxo da ordem de 65 mil visitantes, quase 2 mil a mais em relação à mostra passada. A participação de expositores estrangeiros cresceu, passando de 30 para 36 os países representados nos corredores da feira, com novidades como Turquia, Dinamarca e Irã.

    Esta edição da Brasilplast transcorreu sem blecautes, mas vários expositores reforçaram a queixa com respeito ao alto custo do metro quadrado e lembraram que até o espaço de Düsseldorf, ocupado pela maior feira mundial do plástico, a alemã K, sai por menos. Liliane Bortoluci, diretora de eventos da Reed, defendeu que o preço médio do m² cobrado pela promotora, de R$ 480,00, cobre o aluguel e ressalta que as montagens, o estilo do estande e os valores gastos com recepcionistas, agências e estruturas elevam as despesas. “Isso é que acaba saindo caro.” Para pagar menos, o expositor precisa reservar o espaço com a maior antecedência possível.

    Velho problema: as longas filas em estandes por conta da distribuição de produtos feitos no local persistem Brasilplast após Brasilplast. Ruas do pavilhão foram tomadas pela presença de inúmeros sacoleiros, atrapalhando expositores vizinhos e a passagem dos demais visitantes. De acordo com Liliane, existe uma regra que proíbe os expositores de doarem produtos feitos na feira aos visitantes. A saída da organizadora foi colocar seguranças para controlar as filas e minimizar o transtorno aos estandes vizinhos.

    Problemas à parte, a maior vitrine nacional do setor satisfez em seu objetivo principal: gerar negócios. Os fabricantes de máquinas estimam entre três e quatro meses de produção assegurada e vendas frutificadas de contatos no evento até um ano após. O que se mostrou uma tendência na edição passada na área reservada aos insumos apontou um caminho sem volta para os produtos com a tal “pegada verde”. A bandeira da sustentabilidade foi fincada de vez na indústria de resinas, aditivos e masterbatches, como o leitor poderá observar nas próximas páginas, destinadas à cobertura destes segmentos de mercado. As novidades em máquinas e equipamentos ficam para o capítulo final, na próxima edição.

    Boa leitura.



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