Embalagens

10 de agosto de 2016

Argenplás: Resinas têm foco nas embalagens

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Publicado por: Antonio Carlos Santomauro
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    Plástico Moderno, Argenplás: Resinas têm foco nas embalagens

    Plástico Moderno, Azevedo: Braskem levou grades metalocênicos para a exposição

    Azevedo: Braskem levou grades metalocênicos para a exposição

    Uma das principais patrocinadoras do evento, a Braskem promoveu diversos produtos em seu estande na Argenplás deste ano. Entre eles, a linha Flexus de PEBDL metalocênicos destinados a bobinas técnicas (embalagens flexíveis para envase automático). “Na Argentina, essa linha tem ido muito bem também na aplicação de silo-bolsas, bastante desenvolvida nesse mercado”, observa Márcio Sanita de Azevedo, gerente geral da Braskem Argentina.

    Diversos fatores, ele relata, tornaram o evento “positivo para o setor”, casos, por exemplo, da presença de quase todas as petroquímicas e seus distribuidores, de fabricantes de maquinas e acessórios – inclusive brasileiros – e da reedição, após dez anos de interrupção, do Congresso Petroquímico. “E vale destacar que, ao contrário de anos anteriores, o governo federal argentino participou ativamente da abertura da Argenplás, representado pelo ministro da Economia”, destaca Azevedo. Relativamente à edição de 2014, ele compara, havia este ano “clientes mais otimistas e motivados”.

    Plástico Moderno, Argenplás: Resinas têm foco nas embalagens

    O novo governo da Argentina, argumenta Azevedo, traz perspectivas mais promissoras para o setor e para o país como um todo porque visa reinserir a nação no contexto do comercio internacional e, internamente, estabelecer um ambiente de menos intervenção e menos volatilidade, favorecendo a dinâmica dos negócios e viabilizando investimentos de longo prazo. Mas muitos desafios ainda precisam ali ser superados, seja no cenário macroeconômico – inflação e perda de poder aquisitivo da população –, seja em questões específicas da cadeia petroquímica, como a contínua perda de rentabilidade decorrente de excesso de capacidade instalada em vários segmentos, principalmente de flexíveis, como filmes stretch de PE e filmes de BOPP. “E não acreditamos que isso melhorará pelo menos até meados de 2017”, projeta o executivo da Braskem.



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