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24 de agosto de 2016

Argenplás: Expectativa de recuperação econômica anima negócios na cadeia do plástico

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Publicado por: Antonio Carlos Santomauro
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    Plástico Moderno, Expectativa de recuperação econômica anima negócios na cadeia do plástico
    Plástico Moderno, Expectativa de recuperação econômica anima negócios na cadeia do plástico

    Assim como o Brasil, também a Argentina há algum tempo convive com problemas econômicos: no ano passado, sua inflação se aproximou da marca dos 30% e apenas há alguns meses foi oficialmente suspensa a moratória internacional decretada em 2001. E, também assim como cá, embates políticos e institucionais entre o governo federal e os principais agentes econômicos tornaram extremamente nebulosas as perspectivas futuras das atividades produtivas locais.

    A eleição para a presidência do país vizinho de Mauricio Macri, no final do ano passado – após doze anos de domínio da família Kirchner –, trouxe a expectativa de recuperação dos indicadores econômicos desse parceiro relevante não apenas para as exportações brasileiras, mas para toda a estratégia de internacionalização das empresas daqui (e mesmo para o posicionamento político e econômico do Brasil em âmbito global). Afinal, Macri foi eleito com a promessa de adotar medidas econômicas mais ortodoxas e mais palatáveis para os componentes dos diversos mercados.

    É cedo para saber se tais medidas serão eficazes (Macri tomou posse em dezembro passado), mas representantes de empresas da cadeia brasileira do plástico que estiveram na Argentina participando da Argenplás (Exposición Internacional de Plásticos) afirmam já vislumbrar a aurora de uma etapa de maior prosperidade e, consequentemente, de maiores possibilidades de realização de negócios naquele país.

    Plástico Moderno, Paulucci: Polimáquinas concluiu vendas e registrou muitas consultas

    Paulucci: Polimáquinas concluiu vendas e registrou muitas consultas

    Um dos visitantes brasileiros dessa mais recente edição da Argenplás – realizada em junho último – foi Gino Paulucci Junior, que lá esteve não apenas como diretor da Polimáquinas, fabricante de equipamentos de corte e solda para embalagens, expositora frequente dessa feira, mas também como coordenador da comissão organizadora da Plástico Brasil (a nova feira nacional da cadeia do plástico, cuja primeira edição está programada para março de 2017 ). “Em relação às últimas duas edições, achei essa melhor”, comenta Paulucci. “Fizemos algumas vendas e tivemos muitas consultas.”

    Paulucci estima que as vendas realizadas pela Polimáquinas nessa feira foram pelo menos 50% superiores àquelas registradas em 2014 (a Argenplás é bienal). “Em termos de quantidade de consultas, fica até difícil estimar o crescimento, pois foram inúmeras, acho que dá para falar em uns 300%”, calcula.

    Plástico Moderno, Polimáquinas concluiu vendas e registrou muitas consultas

    Polimáquinas concluiu vendas e registrou muitas consultas

    Também expondo no evento – no qual destacou sua extrusora Polaris 65-1600 –, a Carnevalli concretizou “importantes negócios”, informa o diretor comercial Wilson Carnevalli Filho. E, segundo ele, também surgiram diversas oportunidades de negócios futuros. “A feira estava muito movimentada e sem dúvida foi melhor que a edição anterior, tanto em número de visitantes quanto em negócios”, relata.


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